Domingo, 5 de outubro de 2008 - 10h01
Um fato já marca as eleições na capital: não se vê fiscais ou representantes dos candidatos oposicionistas nas seções eleitorais. São extremamente raros. Acabo de percorrer vários colégios, em vários quadrantes de Porto Velho, sem constatar a presença de representantes dos prefeituraveis Lindoamr Garçom Mauro Nazif, Alexandre Brito etc.
A ausência de fiscalização nas urnas, para os analistas políticos mais experientes, representa um claro sinal que a oposição já jogou a toalha e já assimilou uma eventual derrota ainda em primeiro turno.
Fonte: Carlos Sperança/Gentedeopinião
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Avanço das facções em Rondônia e a tutela do Acre
Quem reinaO novo tarifaço imposto ao Brasil pelos EUA neste início de junho desfez as boas expectativas em torno dos entendimentos entre o empresari

Olhos abertos, controle dos partidos, presença garantida e sujeito a mudanças
Difícil entenderAs preocupações da humanidade na era pré-internet se concentravam nos limites da família e da aldeia. Os problemas estaduais, nacio

Reforçar a soberaniaA palavra “soberania” enche a boca de quem a pronuncia. É um valor tão importante que confere honra a quem a pronuncia, pois de

A falta de mobilização de Pedro Abib do MDB e a mulherada aposta no aumento do poder feminino
Não voltaQuem se aprofunda no conhecimento sobre a Amazônia se surpreende ao verificar uma dupla ocorrência. Por um lado, há uma devastação cuja per
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)