Segunda-feira, 25 de maio de 2026 - 07h50

Bagé, RS, 25.05.2026
Um Farsante
As contradições em torno das declarações do ex-funcionário Raimundo
Pereira da Silva, do 6° Batalhão de Engenharia de Construção, são enormes e só
a tal da “Comissão da ‘In’Verdade” é capaz de qualificá-lo
como testemunha idônea. Raimundo foi admitido no dia 03.05.1974 e pediu
demissão em 30.05.1974.
MPF
– Ministério Público Federal
Procuradoria
da República do Amazonas
ANEXO
2
Relatório
da Comissão
Nacional da Verdade (???)
Raimundo Pereira da Silva, ex-mateiro da FUNAI que trabalhou na abertura
da BR-174, testemunhou a atuação do Batalhão de Infantaria na Selva [BIS] e
informa como o desaparecimento de muitos Índios se relacionava diretamente com
a atuação do Batalhão:
Eu fiquei impressionado porque, antes do
Exército entrar, a gente viu muito Índio, muito Índio. E eles saíam no barraco
da gente, muito, muito, muito [...]. Depois que o BIS entrou, nós não vimos
mais Índios [...]. Antes cansou de chegar 300, 400 Índios no barraco da gente. ([1])
MPF
– Ministério Público Federal
Procuradoria
da República do Amazonas
ANEXO
3
Relatório
do Comitê Estadual
da Verdade do Amazonas
Estatística da FUNAI de 1972 refere que “na periferia do posto de atração do Alalaú, à margem direita do Rio
Alalaú, moravam 300 Indígenas. Além das aldeias dos Capitães Nenen, Juani, Elza
e Comprido”.
Informação confirmada por Raimundo
Pereira da Silva, que trabalhou como mateiro na abertura da picada da rodovia,
no grupo que seguia no sentido de Roraima, entre 1972
e 1977 ([2]):
Raimundo Pereira da Silva – Agora eu fiquei impressionado porque
antes do Exército entrar, a gente via muito Índio, muito Índio.
Tiago Maiká Müller Schwade – é mesmo?
Raimundo Pereira da Silva – É, eles saiam no barraco da gente,
muito, muito, muito. Eu tinha um bocado de coroa de ouro, eu. Eles eram doidos
pra me levar pra lá, eles falavam: “maroca,
maroca, maroca, vamo embora, maroca, maroca‟. Eu dizia “não, Manaus, Manaus, Manaus‟. Eles: “não, maroca, maroca‟, pra me levar pra
lá. Todos os dias esses vinham com aquela conversa.
Egydio Schwade – E quase todos os dias eles te encontravam?
Raimundo Pereira da Silva – Todo dia. [...]
Raimundo Pereira da Silva – Depois que o BIS [Batalhão de
Infantaria na Selva] entrou, nós não vimos mais Índios.
Egydio Schwade – Mas antes disso?
Raimundo Pereira da Silva – Antes cansou de chegar 300 – 400
Índios no barraco da gente. É... Levavam tudo que a gente tinha. A gente tinha
medo, sabe e esses Índios aí não pediam, não tomava. Era troca, troca, troca.
Davam uma flecha, qualquer coisa deles.
Na mesma entrevista, o trabalhador ainda revela que, em 1976 (2),
quando já haviam realizado a travessia do Rio Alalaú, o Exército encontrou um
grupo de Indígenas:
Raimundo Pereira da Silva – Eles acharam um grupo de Índios,
duns... uns 30 Índios, o BIS. Aí trouxe pra cá, chegou, eles deram 600 tiros
aberando os Índios.
Egydio Schwade – Perto deles?
Raimundo Pereira da Silva – É, perto deles. Índio ficava com medo,
medo. E eles empurravam eles na boca do pau, pra subir na caçamba. “Sobe na caçamba!”, empurravam na boca do
pau. Rapaz Índio ficavam assim ó, se tremendo.
Egydio Schwade – Depois dos tiros?
Raimundo Pereira da Silva – Depois dos tiros. Aí botavam na
caçamba e iam deixar lá na estrada. Agora lá nós não íamos, os civis não iam.
Só o Exército. Nós não sabe se eles matavam eles lá ou soltavam. Civil nenhum
sabe.
ANEXO
13
Relatório
do Comitê Estadual
da Verdade do Amazonas
INQUÉRITO
CIVIL PÚBLICO
N° 1.13.000.001356/2012-07
Objeto: “Apurar a responsabilidade
do Estado brasileiro pelas violações dos direitos do povo Indígena
Waimiri-Atroari durante a construção da Rodovia BR-174”
TERMO
DE DEPOIMENTO
RAIMUNDO PEREIRA DA SILVA
No dia 02.06.2014, às 10h00, na Casa de Cultura Urubuí, [...] compareceu
RAIMUNDO PEREIRA DA SILVA, [...] que prestou as seguintes declarações: [...]
Havia muitos Índios. Apareciam mais de cem. Fui até o final da picada,
passei pela área Indígena inteira. Sempre encontrei com muitos Índios. A maior
parte dos Índios estavam da área que vai do Abonari até 20 quilômetros depois
do Alalaú. Acho que havia uns 10 mil
Índios (???), em 28 malocas, pelo
que o BEC falou. Vi apenas duas malocas. Uma no km 25, depois do Alalaú, e a
outra no km 28. O barracão ficava perto, uns cinquenta metros. Creio que havia
de quinhentos a seiscentos Índios em uma maloca (???).
O André me disse uma vez que tinha seiscentos Índios (???). Eles me convidavam para entrar na maloca. Comia anta, com o
próprio couro. Eu me reunia com eles. [...]
Lembro bem da morte do Gilberto Figueiredo. Foi em 29.12.1975 ([3]). Estávamos no acampamento
do 6° BEC no Abonari. Estávamos nos aprontando para entrar na região do Alalaú.
A estrada na região do Alalaú ainda não estava pronta.
No dia anterior, vi o Gilberto. Estava com os Índios. O Capitão Bonilha
mandou deixá-los no Abonari. Nós acompanhamos o Gilberto até a canoa, ele
estava com os Índios, daí ele foi para o posto. Os Índios dormiram no posto da
FUNAI, que ficava a 6 km dali. No dia seguinte, o Capitão Bonilha pegou o avião
pra Manaus e viu, do alto, o Gilberto morto, daí voltou (?). [...]
Depois desse fato, voltamos ao acampamento no km 30. Ficamos lá uns 10,
15 dias. Um dia vi passando 43 carros do BIS, cheios de Soldados [jipes, carros
fechados, camuflados]. Eu lembro que eram 43, porque contei. Passaram dois
aviões do BIS. Antes não havia avião do Exército. O avião passou por lá seis
dias. O Exército dizia que o BIS ia fazer uma manobra para conhecer a região,
poder entrar para trabalhar. Os carros voltaram depois de seis dias. [...]
Depois da morte do Gilberto, os únicos Índios que vi eram uns 20 que
foram empurrados por Soldados do BIS para o caminhão. Eles iam ser levados para
o acampamento. Os Índios tremiam. Ao chegarem ao acampamento, deram 600 tiros
para assustar os Índios. Os Índios saíram correndo. Nunca mais vi Índios. [...]
Não vi carro ou caminhão levando Índios mortos em grande quantidade. Só
sei dos casos em que íamos resgatar, e nesses casos levávamos até o avião.
As contradições numéricas quanto a estimativa populacional do
Waimiri-Atroari são evidentes. Embora a FUNAI defenda que eram 3.000 segundo um
alegado sobrevoo do Padre Calleri sobre a reserva, em 1968. Nenhum recenseador
sério consideraria esses números corretos. Realizei dois sobrevoos na região,
em 1982, acompanhado do Padre Giuseppe Craveiro, na época, Coordenador do
Núcleo de Apoio. Waimiri-Atroari, que me apontou algumas aldeias abandonadas e
que lá de cima poderia se imaginar habitadas. Com a escassez de caça os WA
migravam para outra Aldeia e às vezes retornavam àquela de origem. Não raras
vezes a Aldeia tinha ser queimada em virtude da invasão de roedores e insetos
ou mesmo em decorrência de surtos de sarampo ou gripe.
Numa de minhas visitas às aldeias WA encontrei um senhor idoso conhecido
como Capitão Tomáz. Comentei a respeito das doenças que minavam a saúde de seu
povo e de nossa intenção de vaciná-los já que o atendimento da FUNAI se resumia
em evacuá-los para Manaus. Tomáz emocionado me confidenciou que o costume do WA
de adotar crianças capturadas durante os ataques e o contato furtivo com
Brancos que os assediavam, sem autorização da FUNAI, para presenteá-los com
diversos artefatos, e roupas usadas, tinha trazido uma terrível maldição para
os WA. Muitos idosos e crianças morreram depois de sua chegada. Sem saber os WA
levaram para suas Aldeias uma bomba bacteriológica implacável.
INQUÉRITO
CIVIL PÚBLICO
N° 1.13.000.001356/2012-07
TERMO
DE DEPOIMENTO JOSÉ PORFÍRIO FONTENELE DE CARVALHO
No dia 20.03.2014, às 10h30, na sede da Procuradoria da República no
Amazonas, compareceu JOSÉ PORFÍRIO FONTENELLE DE CARVALHO, [...], que prestou
as seguintes declarações: [...]
Nesta época, tomávamos contato com os Índios navegando pelos Rios Camanaú
e Uatumã. Não nos era permitido entrar nas aldeias. Em 1969, fizemos um voo
pela área, eu e Gilberto, quando identificamos 15 malocas diferentes na região.
Concluímos em 1971 um trabalho, oportunidade em que fizemos uma estimativa de
que cada maloca possuía 100 Indígenas (?),
o que daria mais ou menos 1.500 Indígenas. Neste ano de 1971 foi criada a
reserva. [...]
Sobre o relatório de Gilberto, que,
em 1973,
estimava a
existência de
600 a
1.000 Indígenas, tenho a impressão de que
isso se deve ao que ele conhecia. Ele não levou em consideração os Atroari, o
que se depreende das informações acerca dos Rios que ele menciona. [...]
Sobre o episódio em que houve o sobrevoo da maloca do
Comprido, cuja foto está no livro, tenho certeza de
que os
Índios mesmos
queimaram a
maloca. Não
foi o
Exército que
a queimou.
O próprio Mário
Parwe confirma
isso. Fizeram
isso para
se proteger. [...]
Em 1977, houve
uma epidemia de
sarampo,
que segundo a conta da
FUNAI, teria
atingido
21 Indígenas. Devem
ter morrido
mais, pois
houve fuga para dentro da
mata.
INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO
N° 1.13.000.001356/2012-07
TERMO DE DEPOIMENTO
SEBASTIÃO AMÂNCIO DA COSTA
No dia 25.11.2014, às 09:00, na sede da Procuradoria
da República no Amazonas, compareceu SEBASTIÃO AMÂNCIO DA COSTA, que prestou as
seguintes declarações: [...]
Foi feita uma maquete da hidrelétrica, mas achamos
que os Índios não saberiam o alcance disso, então alguns Índios foram a
Tucuruí. Os líderes principais eram o Mário e o Viana. Explicamos o que seria
Balbina e o que seria a estrada. [...]
Cheguei a conhecer o Comprido, Maruaga era o líder
principal. Eles também estavam. Era de praxe fazer reuniões com os líderes para
evitar que se repetissem ataques. Foi o que ocorreu após o ataque a Gilberto. Conversei
com os líderes Mário e Viana e passei as informações, que eles retransmitiam
aos demais, uma conversa tranquila, os Índios manifestavam preocupação com a
existência de doenças. [...]
Viana tinha poucos anos nesta época e já despontava,
assim como Mário, como líder natural. Conheciam toda a história da Terra
Indígena. Sobre as mortes, estive alguns meses no Rio Purus e num momento
posterior com Mário e Viana, tínhamos uma intimidade muito grande, eles nunca
comentaram qualquer morte
por parte
da frente
e do Exército. Sobre a morte de Comprido, nunca
ouvi falar de qualquer suspeita de que Mário e Viana seriam responsáveis. A
área Waimiri Atroari sempre foi um tabu para pessoas interessadas em obter
recursos financeiros lá dentro.
Sobre a alegação de que havia 6.000
Índios lá,
não era
possível fazer
censo, devido
às dificuldades
de contato,
então não
era possível
estimar isso.
[...]
Não havia entrega de presentes, nosso contato era de
reciprocidade. Confiávamos na relação de amizade. Havia um convívio diário, com
visitas às aldeias, em que buscávamos ser aceitos. Eu ia com alguns
funcionários, como João Dionísio, Paulo e outros da equipe de João Dionísio.
José Porfirio de Carvalho não trabalhava lá nesta época. Na época do Gilberto, ele ficava na
retaguarda
de apoio, era administrador regional, oferecia
meios para que os trabalhos ocorressem: alimentação, combustível, viatura,
armas [apenas para caça e pesca]. [...]
A falta de
notícias sobre
a presença dos Indígenas
após 75 deve-se
ao fruto
de nosso
trabalho. As áreas são muito extensas,
eles fazem visitas uns aos outros, possuem a caça e a pesca. Com relação à
falta de documentos da época, o serviço de comunicação da FUNAI possui
informações diárias sobre a atuação. Eu não fazia relatórios periódicos, e sim apenas
quando havia algum fato a ser informado à FUNAI de Brasília. [...]
MINISTÉRIO
DO INTERIOR
FUNDAÇÃO
NACIONAL DO ÍNDIO - FUNAI
Of. N° 19/74 – 1ª DR
Do: Subcoordenador Manaus,
02.07.1974
Ao: Sr. Comandante do 6° BEC
Boa Vista – Roraima
Senhor Comandante,
Agradecemos a honrosa visita que nos foi feita pelo Subcomandante desse
Batalhão de Construção, Major Kuhner, quando nos trouxe os cumprimentos desse
Comando nos comunicando a reabertura dos trabalhos na Estrada BR-174, Manaus ‒ Boa Vista, a cargo desse comando,
apresentamos na oportunidade os nossos cumprimentos, enviando votos de êxitos
na missão confiada a V. Sª e seus comandados.
Como é do conhecimento de V. Sª a estrada BR‒174 ‒ cruza
a Reserva Indígena dos Índios Waimiri-Atroari, sob jurisdição desta
Sub-Coordenação e, pelo fato merece que levemos ao conhecimento desse comando,
o seguinte.
Os Índios Waimiri-Atroari, do grupo Caribe, com população estimada na
área compreendida entre os Rios Santo Antônio do Abonari, Jauaperi e seus
afluentes da margem esquerda [Rio Alalaú e Branquinho] e Rio Uatumã, de 1.200 indivíduos
encontram-se ainda em estado primitivo e arredios com contatos isolados,
exigindo assim de nossa sociedade, cuidados especiais para que não sejam
ultrajados os seus costumes e ritos, assim como não lhes sejam impostos novas
necessidades e males.
Os principais males que as sociedades, ditas civilizadas, tem levado aos
povos primitivos, são as doenças que atingem em cheio, seu físico totalmente
desprovido das resistências contra as nossas doenças.
Baseados em experiências em outras áreas onde foram realizados trabalhos
semelhantes, na estrada Transamazônica, e outras, ainda nos termos do Estatuto
do Índio e visando ainda salvaguardar a integridade física e social dos
Silvícolas habitantes na citada área, tomamos a liberdade de solicitar a V. Sª
a observação das seguintes recomendações, para serem observadas, pois as
pessoas que irão trabalhar e circular dentro da área habitada pelos Índios:
a) Evitar,
até segunda recomendação, a presença de pessoas do sexo feminino no trecho de
reserva Waimiri-Atroari. [...] (continua...)
RAIMUNDO PEREIRA,
EGYDIO SCHWADE E A COMISSÃO DA “IN”VERDADE
MENTEM!!!
(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de
Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor
e Colunista;
YYY
Coletânea de Vídeos das Náuticas Jornadas YYY
https://www.youtube.com/user/HiramReiseSilva/videos
Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do
Sul (1989);
Vice-Presidente da Federação de Canoagem de Mato
Grosso do Sul (1989;
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
(2000 a 2014);
Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do
Exército (DECEx) (2015 a 2019);
Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério
Militar – RS (IDMM – RS) (2006 a 2013);
Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando
Militar do Sul (CMS) (2014 a 2015);
Ex-Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia
Brasileira (SAMBRAS) (2002 a 2013);
Membro da Academia de História Militar Terrestre do
Brasil – RS (AHIMTB – RS);
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio
Grande do Sul (IHTRGS – RS);
Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia
(ACLER – RO);
Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);
Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio
Grande do Sul (AMLERS);
Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola
Superior de Guerra (ADESG);
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN);
[1] SCHWADE, Egydio; SCHWADE, Tiago
Maiká Müller (Orgs.). Entrevista com Raimundo Pereira da Silva
sobre a construção da BR-174. 11.10.2012.
(Hiram Reis)
[2] Funcionário Raimundo Pereira da Silva que serviu no 6° BEC, na
época da abertura da estrada:
CPF
027 876 012-00;
Identidade:
11298/RR;
Filiação:
Florência Pereira da Silva;
Nascimento:
25.05.1951, Vitória, Maranhão;
Foi
admitido em: 03.05.1974;
Demissão
a pedido: 30.05.1974.
Trabalhou 27 dias
apenas e
não era
mais funcionário
do 6°
BEC em
1975.
(Hiram Reis)
[3] Demissão a pedido: 30.05.1974. Nenhum levantamento
estimou tal número de Indígenas. (Hiram Reis)
Galeria de Imagens
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Bagé, RS, 15.06.2026 Termo de Depoimento do Sr. Gen Ex Joaquim Silva e Luna Aos 31 dias de agosto de 2022, às 11h27 (Horário de Brasília), em audiê

Bagé, RS, 012.06.2026 Termo de Depoimento do Sr. Cel Eng Zauri Tiaraju Ferreira de Castro No dia 30 de agosto de 2022, às 16h09 (Horário de Brasília

Bagé, RS, 011.06.2026 Termo de Depoimento do Sr. Ten-Cel Inf Walter Chiarato No dia 30 de agosto de 2022, às 15h03 (Horário de Brasília), em audiên

Bagé, 08.06.2026 Mais uma vez tenho a hora de repercutir um artigo de meu caro Amigo, Irmão e Mestre Higino Veiga Macedo. Quinbequiano(Higino Veiga
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)