Quarta-feira, 8 de outubro de 2008 - 06h18
Sueli Aragão apanhou durante a campanha até mais que o seu candidato Padre Franco. Com obras em andamento – a exemplo do Sobrinho em Porto Velho – tinha que matar um leão por dia para explicar atrasos e com isso ajudou a enterrar o marketing acusatório da oposição ao tempo em que livrava a cara do santo padre que chegou a ser ameaçado em sua integridade física. Franco começa sua administração livre de duas chagas: o nepotismo – Franco não tem parentes – e a primeira dama – que em geral tem um gabinete com penduricalhos pagos pelo povo para fazer assistência social. Com as bênçãos de Deus, o apoio do PMDB e PT, Padre Franco tem tudo para rezar uma missa solene e fazer uma administração decente. Amém... CLIQUE E LEIA A COLUNA POLÍTICA & MURUPI DO JORNALISTA LÉO LADEIA.
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Carnes brazukas vetadas pela Europa
“Sabedoria se é demais vira bicho e come o sabido”, diz Zé de Nana. Argentina e Brasil lutaram pelo Mercosul, ideia surgida em 1980 e firmada por Sa

Enfim a união da esquerda e direita
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Raul Seixas e a Lei Maquila: a vida imita a arte
Em 1983 Raul Seixas e Marcelo Nova irados com o uísque falsificado que detonava o fígado, (*)utos com a porcaria do mercado cultural e a caótica pol

Flávio Bolsonaro, o irmão de Vorcaro
O PT buscava uma palavra que colasse o Master a Bolsonaro sem sucesso. A bem da verdade nem havia a possibilidade. O rolo Master vem da Bahia com as
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