Quinta-feira, 23 de abril de 2026 - 07h50

Há nomes e causos da nossa tão jovem história que poucos os conhecem, apesar de serem tão recentes que muitos dos personagens ou os fatos estão aí, como se diz no interior amazônico, “vivinhos da silva”, como foi a base da pergunta feita domingo sobre o “Caminhão Bandeirante” e que relação com o veículo teve o jornalista e historiador Manoel Rodrigues Ferreira.
O autor de “Ferrovia do Diabo” um dia veio a mando do jornal que trabalhava, na década de 1950, a Porto Velho, andou no trem da Madeira-Mamoré e levou uma espécie de relatório de viagem ao presidente JK (1956/61) e a carta de um agricultor da margem da ferrovia, apelo ao presidente para que tivesse dó daqueles que moravam ao longo da ferrocarril chamada Madeira-Mamoré.
Essa carta pode ser um dos motivos que levaram JK a aderir à ideia de abrir uma rodovia ligando nossa região da Brasília, decisão que ele tomou logo após a reunião com os governadores da Amazônia em fevereiro de 1960, quando ouviu a queixa-apelo do governador do Acre que historiou a odisseia que era fazer chegar uma carga saída do porto de Santos até chegar a Rio Branco, de 6 a 9 meses, seguida da cobrança do governador de Rondônia, Paulo Leal, a favor da ideia de construir o que Leal designou “O outro braço da cruz”.

E o que toda essa peroração tem a ver com o “caminhão bandeirante”. Em 1959 Paulo Leal estava pela segunda vez governador do Território. Engenheiro rodoviário ele devia viver obcecado com a ideia de repetir a viagem de Rondon, e, mesmo sabendo que não tinha estrada capaz de atingir seu objetivo, mandou três funcionários buscar um caminhão em São Paulo e tentar chegar “rodando” em Porto Velho.
O caminhão, apelidado “Bandeirante” veio por estradas ou o que fosse, até Cáceres (MT), daí numa balsa até Guajará-Mirim e dali a Porto Velho, onde tripulantes e o veículo foram recebidos com festas e pompas. E o que o autor da “Ferrovia do Diabo” tem a ver?
Ele estava em Porto Velho, outra vez a serviço do jornal paulistano, e participou da festa.
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
UM DIA NO ALTO MADEIRA 15 de junho 1919/1991
1922 – O juiz Joventino Lins Themundo comunica abertura de inscrições para concursos visando compor o quadro de servidores da comarca de Porto Velho.1

LÚCIO ALBUQUERQUE, E O dia que a Copa na TV chegou aqui
O ano era 1974, o mundo ainda vivia sob a tensão de uma possível 3ª Guerra Mundial, entre o lado Ocidental, comandado pelos Estados Unidos e o Orienta

Em 1919 - Continua a greve dos trabalhadores da Madeira-Mamoré, reivindicando 8hs/dia de trabalho. O contingente policial da vila, com “armas embalada

ESPORTE NA PAUTA - O FIM DA INVENCIBILIDADE ITALIANA
O Brasil conseguiu uma grande vitória neste domingo no “Nílson Nelson” ao vencer por 3 sets a dois a Itália, na VNL feminina, considerado por quem ent
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)