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Mais de 600 pessoas prestigiaram o recital da Escola municipal de Música Jorge Andrade


Mais de 600 pessoas prestigiaram o recital da Escola municipal de Música Jorge Andrade - Gente de Opinião 
Muita música, ansiedade por parte dos alunos e orgulho dos pais e amigos foram as marcas do Recital da Escola municipal de Música Jorge Andrade, realizado na última quinta-feira, 09, na Rua Elias Gorayeb. Cerca de 600 pessoas prestigiaram o evento que acontece em meados de Julho e faz parte do calendário do município.

Mais de 600 pessoas prestigiaram o recital da Escola municipal de Música Jorge Andrade - Gente de Opinião

Para a diretora da escola, Duciléia Borges, o que contribuiu para a festa ser tão bonita foi a união dos alunos, pais, funcionários e parceiros. “Foi tudo bonito, arrumado, com uma estrutura boa para o evento e a escola está sempre atraindo grande multidão. Isso só é possível com a união do corpo docente, pessoal de apoio, equipe pedagógica, a Secretaria municipal e Educação e os parceiros como as secretarias de Obras, de Administração e Fundação Cultural, dentre outros”, afirma a diretora.
 
Não foram apenas as apresentações musicais que atraíram o público: havia uma barraca com uma variedade de comidas típicas feitas pelos funcionários da Jorge Andrade e com a colaboração de alunos. “Todo o dinheiro arrecadado será revestido para a escola, sob o apoio dos nossos estudantes”, explica Duciléia Borges.

Eliene Ferreira dos Santos Silva, mãe de Samara Luana, da turma de musicalização com flauta conta que a filha sonha em aprender também a tocar piano. “Achei a apresentação e a organização da festa muito bonita. A musicalização com flauta é apenas o começo, o objetivo da minha filha é fazer piano. Tanto eu como ela estamos gostando muito do aprendizado”, disse Eliene.

O professor Álvaro Ramalho teve a satisfação de ver a primeira apresentação do Projeto Repertório que tem como objetivo incluir todas as idades e possibilitar a aprendizagem da música de forma coletiva. Eles apresentaram a música ‘Pra não dizer que não falei das flores’, censurada durante a  ditadura militar. “Esse projeto trabalha o ensino coletivo de violão com acompanhamento e musicalização. Estes alunos são iniciantes e também do grupo da terceira idade que iniciou neste ano. Isso mostra que é possível musicalizar e socializar”, comenta Álvaro.
Iuri Zanatta veio prestigiar a apresentação de violino do sobrinho. “Gostei muito da apresentação havia alunos de vários anos. Meu sobrinho está no primeiro ano de violino”, conta.

Fonte: Rebeca Barca 

 

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