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Sonora Brasil transmite shows de artistas rondonienses

Circuito do Sesc chega a sua 23ª edição e terá transmissão local no dia 09 de novembro


Sonora Brasil transmite shows de artistas rondonienses - Gente de Opinião

No dia 09 de novembro, a partir das 18h30 (horário de Brasília), o Sesc Rondônia transmitirá, por meio do seu canal no Youtube, a 23ª edição do Sonora Brasil – projeto de maior circulação musical do Brasil. No ano de 2021, em decorrência da necessidade de distanciamento social, as apresentações e ações formativas que compõe o projeto ocorrem integralmente por meio digital, com a participação de cerca de 100 mulheres compositoras e 20 etnias indígenas de 21 estados brasileiros e Distrito Federal.

Promovido pelo Sesc, o projeto tem como um dos aspectos fundamentais o olhar, a escuta e a valorização das territorialidades, da diversidade e das memórias, através da expressão de seus autores e intérpretes. As apresentações do Sonora Brasil são de caráter essencialmente acústico, como forma de valorizar a autenticidade musical das obras. Uma curadoria formada por profissionais do Sesc é responsável pela seleção dos temas e grupos que integram a programação. Para escolha dos artistas e grupos, foram consideradas questões sociais, ligadas à diversidade de ritmos, de territórios e de artistas. Ao longo da sua trajetória, o Sonora Brasil já alcançou mais de 750 mil pessoas e realizou mais de seis mil concertos em todo o Brasil. 

A programação de Rondônia será transmitida para todo o Brasil no dia 09 de novembro, às 18h30 (horário de Brasília), no Youtube do Sesc/RO. O calendário das transmissões está disponível na página do projeto (https://www.sesc.com.br/sonorabrasil) e todos os vídeos terão tradução para linguagem de libras, incluindo os espetáculos dos povos indígenas.

 

TEMAS DO PROJETO SONORA BRASIL

A Música dos Povos Originários do Brasil: As manifestações musicais dos povos indígenas cumprem um papel social e ritualístico e precisam ser consideradas em um contexto amplo dos costumes, dos ritos e das festas, indissociadas dos componentes espaciais, temporais, gestuais e interpretativos. O tema apresentará a estética musical dos povos indígenas com apresentações de grupos de Norte a Sul do Brasil, alguns que foram montados especialmente para o projeto, e que traduzem ritos e festejos.

Líricas Femininas: O tema pretende dar visibilidade a essa vasta produção que, tanto em volume como em qualidade, ainda não ocupa, de maneira equânime, os espaços consagrados à profissão. Os programas são interpretados e compostos exclusivamente por obras de compositoras e letristas brasileiras, reunidos especialmente para o Sonora Brasil.

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CONFIRA AS APRESENTAÇÕES DA 23ª EDIÇÃO DO SONORA BRASIL – YOUTUBE SESC/RO

DIA 09/11 – (TERÇA-FEIRA)

18h30 – A MÚSICA DOS POVOS ORIGINÁRIOS DO BRASIL

•        Grupo Wagôh Pakob | Povo Paiter Surui: Grupo de apresentação cultural indígena formados pelos Paiter Surui, da Aldeia Paiter - Linha 09, e do Centro Cultural Indígena Paiter Wagôh Pakob “força da natureza”. Está localizado na aldeia Paiter, Linha 09, na Terra Indígena Sete de Setembro, há 47 km do município de Cacoal. O grupo foi criado para fortalecer a cultura Paiter Surui através da música tradicional, como forma de valorizar, preservar e divulgar para o mundo. Fazem parte do grupo: Gasodá Surui, Maria Leonice Tupari, Luiz Mopilabaten Surui, Leoneide Myde, Chicoepab Surui, Lucia Surui e Rubens Iamay Surui. O grupo Wagôh Pakob, com seus 5 anos de existência, já conseguiu levar a cultura Paiter para vários lugares do Brasil. Inclusive, em 2019, participou do Projeto Sonora Brasil.

20h – LÍRICAS FEMININAS: A PRESENÇA DA MULHER NA MÚSICA BRASILEIRA

•        Kali e Marcela Bonfim, com participação de Ane Caroline e Andrea Triverio: A parceria é formada para mostrar um recorte da musicalidade da Mulher Rondoniense. Uma viagem por formas sonoras e imagéticas, coloridas com melodias rondonianas, tons de negro, tambores e multiculturalidade.  Um caminho que passa pela Lua refletida nas águas do lago do Cujubinzinho, e a lua que ilumina o caminho para Marte.  Que pega no Caboco e pergunta: onde é a raiz do problema? Uma estrada cheia de mandalas-musicais coloridas, ritmadas e cosmológicas.

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