Segunda-feira, 24 de agosto de 2020 - 11h35

Ninguém tem dúvidas sobre os
efeitos da quarentena da Covid-19 sobre os negócios em Rondônia, mas, a grande
realidade é que não se tem um diagnóstico dos estragos feitos pela pandemia na
economia do Estado. Por esta razão é que a Universidade Federal de Rondônia-UNIR,
por meio do grupo de pesquisa Markting Lab do Departamento de Administração em
Porto Velho, coordenada pelo Professor Doutor em Economia Aplicada, Carlos
André da Silva Müller, realiza pesquisa que tem como objetivo principal diagnosticar
os efeitos da Covid-19 nas empresas. A atividade conta com a parceria da
Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de
Rondônia-Fecomércio/RO, FACER e FIERO, bem como de associações, sindicatos e
CDLs.
O levantamento é baseado na pesquisa
Pulso Empresa do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que foi,
especificamente, desenvolvido para pesquisar efeitos do Covid-19 sobre as
organizações. O formulário foi adaptado para a plataforma Google Forms com a
finalidade de tornar mais fácil suas respostas e processamento. Os dados serão
usados por instituições públicas, fiscalizadoras e financiadoras em busca de
alternativas às consequências provocadas pela pandemia. Os dados fornecidos
durante a pesquisa são sigilosos, sendo que a identificação do respondente é
opcional. As informações levantadas serão analisadas em conjunto. A partir
dessa análise, será possível retratar o cenário da economia de Rondônia e
sugerir alternativas para futuras políticas públicas.
A
importância de apoio e de respostas para a pesquisa
O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo-CNC, Raniery Araujo Coelho, alertou aos empresários sobre a necessidade de participação na pesquisa empreendida pela UNIR, afirmando que “Embora a nossa percepção, como empresários, seja de que as empresas foram fortemente afetadas pela pandemia, nós não temos informações, não temos números, não temos uma mensuração efetiva dos seus efeitos. Por esta razão devemos dar todo o apoio possível para termos os números do seu impacto sobre as empresas”. Raniery afirmou que, como todas as entidades participantes, tem procurado disseminar a necessidade de que os empresários respondam ao questionário disponível disponível no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfaO9bXQ1QbwQV3AFHidfmH_
YWlk4vpE6_GB09OgHeW1vBItQ/viewform.
Segundo ainda ele, “Mesmo com a flexibilização do distanciamento social ainda
não voltamos a ter o mesmo dinamismo da economia de antes da pandemia. Houve,
efetivamente, uma grande mortalidade das empresas, desemprego e queda de
faturamento. A pesquisa da UNIR pode nos fornecer dados sobre estes problemas e
apontar caminhos, mas, precisamos que os empresários participem. Sem
informações corretas não poderemos buscar as soluções possíveis”.
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Golpe do Limpa Nome esconde R$ 52,8 milhões em dívidas e afeta mais de 200 credores no Ceará
Mais de R$ 52 milhões em dívidas deixaram de aparecer nas consultas públicas de crédito no Ceará, criando uma falsa aparência de regularidade finance

Sebrae destaca atualizações do Fundo Garantidor BNDES-Sebrae para ampliar acesso ao crédito
O Fundo Garantidor BNDES-Sebrae (FG BNDES-Sebrae) passou por atualizações que ampliam sua capacidade de apoiar microempreendedores individuais (MEIs

CNC: endividamento sobe pelo quinto mês consecutivo e quebra novo recorde
Ao alcançar o quinto mês seguido de alta e renovar o maior patamar da série histórica aos 81,6%, o endividamento dos consumidores brasileiros expõe

SIMPI defende reajuste dos limites do MEI e do Simples e critica resistência do governo federal
O Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de Rondônia (SIMPI) voltou a defender a atualização dos limites de faturamento do Microempreende
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)