Segunda-feira, 20 de novembro de 2017 - 09h41
O professor de sistema de processamentos de dados Marcos Cabrera começou sua palestra explicando o que é jogo, o que motiva uma pessoa jogar; depois ele tratou o jogo como um jogo que todo mundo joga, evoluindo para a seguinte forma: se você quer jogar esse jogo o que te motiva e qual seria o seu interesse em ficar viciado em jogo e não em trabalho e ainda a gamificação na educação, utilizando recursos de jogos em outros contextos.
Os tópicos que ele apresentou durante a sua palestra foram: o jogo como atividade recreativa; as regras que estabelece quem vence e quem perde; a competição física ou mental; e o conjunto de procedimentos e estratégias para atingir determinado fim e os fatores motivacionais dos jogos, como a fantasia, exploração, quebrar as regras sociais, exercitar-se e demonstrar-se.
Segundo ele, é fácil a aplicação dos tópicos apresentados em relação ao jogo. As pessoas precisam saber que tudo que se vai fazer precisa ser um pouco mais lúdico, aceitar de forma mais fácil algumas tarefas, evoluir para estudar, trabalhar, ir para academia e fazer amigos.
Para as pessoas que costumam ficar muito tempo na internet jogando o professor de sistemas Cabrera alerta que talvez seja para suprir uma necessidade pessoal, uma fuga e como orientação ele sugeriu que elas dessem uma oportunidade para outras pessoas, conversando com quem faz as mesas coisas deles. “Fazendo isso à pessoa percebe no outro o problema que ele tem e com essa identificação e não gostando do que está vendo elas consigam trabalhar isso melhor e dar também uma opção social, familiar”.
Ele explicou que se uma pessoa não tem as opções de amigos e família elas entram mais rápido no mundo de fantasia dos jogos que é o ambiente virtual. “Todos nós precisamos nos movimentar fazer exercícios, ter opções reais de amigos”.
Fonte
Texto: Marilza Rocha
Fotos: Jeferson Mota
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