Terça-feira, 14 de janeiro de 2014 - 11h15
Vinícius Lisboa
Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio de Janeiro (Sinpro) criticou hoje (14) a decisão do Ministério da Educação de descredenciar as universidades Gama Filho e UniverCidade. Para o presidente do sindicato, Wanderley Quedo, a política de transferência assistida proposta pelo ministério não vai dar conta de matricular 10 mil alunos das instituições em outras faculdades em dois meses, nem dará qualquer tipo de garantia ao corpo docente, que, segundo ele, soma cerca de 2 mil professores e profissionais da educação.
"É algo de uma magnitude que o MEC nunca experimentou. Para onde vão esses 10 mil alunos? Somos contra esse descredenciamento, principalmente por não ter um plano de contingência em que a situação fique clara para todos. O MEC deveria fazer uma intervenção e poderia até descredenciar, mas dentro de um prazo maior", argumenta Quedo, que disse ter se reunido com o Ministério Público Federal ontem solicitando a intervenção financeira e acadêmica do governo nas instituições.
O MEC justificou a decisão, alegando que as instituições apresentam baixa qualidade acadêmica, grave comprometimento da situação econômico-financeira da mantenedora, o Grupo Galileo, e a falta de um plano viável para superar o problema. A instituição, segundo o MEC, também descumpriu o Termo de Saneamento de Deficiências, e, a partir disso, foi instaurado um processo de penalidades que culminou no descredenciamento.
Em nota divulgada em seu site, o ministério informa que a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) vai publicar dentro de cinco dias úteis um edital convocando instituições de educação superior do Rio que tenham interesse e condições de receber os alunos. Além da continuidade da formação, as instituições devem garantir o aproveitamento dos estudos realizados, a permanência em programas federais de acesso ao ensino superior e "condições satisfatórias de qualidade da oferta e economicamente compatíveis aos estudantes em situação de transferência acadêmica".
Para o sindicato, os funcionários das instituições ficarão em situação de vulnerabilidade: "Os docentes ficam na mão da Justiça do Trabalho, e isso pode levar anos. Eles se descapitalizam, se fragilizam como pessoa física. Ficam em situação extremamente vulnerável. Exigimos respostas rápidas e eficientes, porque são famílias de professores e trabalhadores que estão aguardando um posicionamento do MEC".
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Acadêmicos de Medicina participam de júri simulado de Bioética no CREMERO
No último dia 9 de junho, acadêmicos do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana participaram de uma atividade prática da disciplina de Bioética

XVIII Dia de Campo das Agrárias reúne acadêmicos, produtores e comunidade na Fazenda Escola FIMCA
A Fazenda Escola FIMCA recebeu neste sábado (13) a 18ª edição do Dia de Campo das Agrárias, evento que reuniu acadêmicos, professores, produtores ru

A Faculdade Metropolitana passa a contar com mais um importante projeto acadêmico voltado à formação médica e ao desenvolvimento científico. Fundada

Zona Norte celebra 10 anos de arte e cultura com Festival aberto à comunidade de Porto Velho
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Porto Velho Zona Norte, já está nos preparativos para realizar mais
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)