Quarta-feira, 6 de maio de 2026 - 08h05

Os “cientistas do PT” viram
em Bessias o futuro STF com jeito de Lula e pensaram que Messias “ungido” em judaico, tem a ver
com Gaza, Israel, Palestina, Hamas. Esse Messias ideal para aparelhar o STF
pelos séculos dos séculos amém, difere do Messias da Bíblia. Em sua vida estão
o estafeta da Dilma, o fiscal de redes sociais anti-Lula, o dedo duro do 8/1 e o
antagonista da resolução do CFM que veta a assistolia fetal com 22 semanas de gestação.
Crendo que emendas remendam, negligenciaram na articulação, não viram o placar apertado na CCJ ou a oposição
cooptando sua base. E por falta de cultura cristã não leram Provérbios: "A
soberba precede a ruína”. Oh dor, oh céus. Deu ruim. Bessias viu o céu, ajustou
a fala, a toga, chorou ao se dizer um servo de Deus mas acabou entrando no
inferno pela porta dos fundos vendo o fim de 132 anos de sabatinas tipo “chá das
5”. Foi do Zé de Nana o chiste: “Faiô num foi? Mas quando eles faia é bom pra nóis.
Né não?”.
1.1- O diabo pode ser mais feio do que
se pinta

Chamuscados o PT raiz,
Lula, Messias et caterva traçam a vendeta a partir da lista de traidores e como
o fogo lambe o Panamá “duómi”, que tal tacar fogo na floresta toda dando a Bessias
o Ministério da Justiça, junto com a PF que o Dino diz ser de Lula mas que é
mesmo do Moraes? Andrei, o diretor da PF até dormiu na casa do Moraes na “noite
dos punhais”. Caça às bruxas no PSD e MDB, ala Alexandrina do STF, pegando
Toffoli, Viviane, em ministérios e sem deixar de rodar o pau de bater em maluco
na direita. Lula está no modo fo(*)a-se elo 4º mandato, mas a oposição viu que
é melhor se fazer de gato morto. Bonaparte dizia: "Não interrompa seu
inimigo se ele estiver cometendo um erro". Napoleão era bom na parte. A oposição
terá de ser boa no todo se quiser livrar-se de Lulex, o progênito de Lampião.
1.1- Motivação: a lição que se aprende na derrota

"A política ama a
traição, mas odeia o traidor", disse Brizola. De Ulisses: "Não se faz
política com o fígado". Complementares, são lições aos que no calor da derrota
querem vingança. A motivação política surge quando a convivência exige a tomada
de decisão em prol do coletivo. Lula humilhou o senado tanto e tantas vezes que
seria impossível manter-se sempre assim, mas ao escantear Acolumbre que queria Pacheco
no STF, Lula tropeçou. Estoico, Davi aguentou o tranco e levou o ódio ao freezer
vendo a fila ser furada com Dino e Zanin preterindo Pacheco. Tornou-se aliado do
Moraes travando os pedidos de impeachment e o tornou essencial na operação
contra Messias revelando a rejeição a Lula no STF a quem devia o cargo. Aliás,
o jeito de centralizar emendas tirou dos chefes do Congresso poder de fogo e
Lula ainda tinha os parças no STF. O caso Master chegou ao STF, o lago Tayayá
molhou as togas e Lula vacilou. O foco era a família e os parças ficaram sozinhos.
Congresso de joelhos, revolta no STF, mas
mesmo entre os fracos e covardes há algo de honra que somado ao medo
leva ao imprevisível. O box mostra a primeira derrota de Tyson. Buster Douglas havia
prometido à sua mãe doente e que morreu antes da luta vencer o Tyson. Apanhou mais
que tapete em dia de faxina, mas no 10º
round nocauteou Tyson. O Senado precisava ficar de pé até por sobrevivência
política, acima de qualquer outro valor. Creio que foi esta sua grande motivação.
1.1- Será que a Caerd subiu no telhado?

Tida como a provável solução para os problemas de
água e esgoto em Porto Velho, a gigante Aegea fez tremer o mercado financeiro,
arisco com o caso Master. Um rombo de R$ 5 bilhões e redução do lucro que caiu
de R$ 2,4 bilhões para R$ 1,8 bilhão assustou a Itausa que fez aporte
bilionário confiando na líder do mercado de saneamento privado que atende 39
milhões de pessoas em 893 municípios de 15 estados. Rondônia que convive com o
fiasco da duplicação da BR364, abertura da BR319 e do hospital de papel, pode
se enrolar com políticos locais e lobistas que atuam em causa própria. A “tchurma
do querumêu” segue ano após ano mamando no estado. Uns presentes o tempo todo,
outros vindo de caju em caju, mas sempre vorazes. Lá se foram os mandatos de
Cassol, Confúcio/Daniel, chega ao fim os do Rocha e em ano eleitoral a dupla
água/esgoto rivaliza com a segurança, saúde e controle de contas. Os bem
avaliados nas pesquisas sabem que há “interessados” com contatos, financiamentos
e projetos para tudo. É uma farra. Um estouro. BUM!
1.1- Cruzamento de tatu com cobra

Dinheiro limpo com origem e destino tem. Dinheiro sujo
de pedágio sobre emendas também. Do próprio bolso não. Ninguém usa ou vende o
que tem para buscar o que nem sabe se existe: o voto. A festa da democracia trouxe
à nossa “Velhacap” as caras novas dos marqueteiros e equipes que irão embrulhar
em papel vistoso os candidatos e entrega-los ao povo como lembrança até a
votação. O “espetáculo televisivo” recheado de promessas inexequíveis vem aí. É
o programa eleitoral que segundo a lei, é gratuito. Vem aí um reles setor que virou
tribunal para ser o gigante da eleição, bem maior que o candidato, que o partido,
que a liberdade de expressão maior até que a constituição para brandir em grande
estilo a espada de Têmis sobre a cabeça de quem pensa em salvar pátria ou ser Alice
no país das maravilhas. Grana em eleição brazuka não é tudo, mas é 100%. E é
hora também da ciência política cruzar tatu com cobra. Vai vendo aí que eu também
vou vendo aqui.
1.6-Fim de papo

Piada velha: O ventríloquo fazia o show e o boneco aloprou.
Alguém se ofendeu e foi tomar satisfações. Com medo o ventríloquo disse que era
culpa do boneco e irado o cara falou: “Cala a boca. Tô falando com o boneco”.
Que país de m(*)rda... Um boneco abala o STF? Piada nova: Se a PF vendo a palavra
LADRÂO” sabe a quem se refere por que não pega a dica e prende o meliante para
averiguações?
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