Quinta-feira, 27 de março de 2025 - 17h27

Nos últimos dias, a Associação Rondoniense de Municípios (AROM) tem sido
palco de uma polêmica que ameaça desestabilizar sua governança.
Um grupo de prefeitos, embora em minoria, está tentando destituir o
ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) da presidência da entidade, uma ação que é
interpretada como uma tentativa de golpe contra o respeito à democracia interna
da AROM.
O que é a AROM?
Fundada em 5 de junho de 1993, a AROM congrega todos os 52 municípios de
Rondônia.
A entidade tem como objetivo oferecer assessoria e orientação às
prefeituras associadas, além de desenvolver projetos que visam a correta
aplicação dos recursos públicos.
O ex-prefeito Hildon Chaves foi eleito presidente da AROM em um processo
democrático, com um mandato que se estende até 2026, recebendo apoio unânime de
seus pares durante a eleição.
A ação do grupo minoritário

Apesar da decisão da maioria, que garantiu à Hildon Chaves a presidência por aclamação, um pequeno grupo de prefeitos começou a articular uma série de ações que visam deslegitimar sua liderança.
Essas movimentações são vistas como incoerentes e prejudiciais, especialmente considerando o papel da AROM em fortalecer o municipalismo rondoniense.
A expectativa de uma associação democrática é a de que haja respeito e suporte à decisão da maioria.
No entanto, ações dessa natureza refletem um desvio dos princípios que regem a própria AROM e suas práticas democráticas.
Financiamento e apoio à governança municipal
A AROM é crucial para o desenvolvimento das gestões municipais, proporcionando aos prefeitos orientação em áreas como planejamento orçamentário, projetos para captação de recursos e treinamentos para fortalecer a gestão pública.
É, portanto, alarmante observar um movimento que não apenas coloca em xeque a liderança de Hildon Chaves, mas também ameaça a continuidade do suporte que a AROM oferece a todos os municípios de Rondônia.
O que esperar futuros movimentos
A situação está sendo acompanhada de perto por muitos prefeitos que defendem a integridade da AROM e o respeito à decisão democrática que levou Hildon Chaves à presidência.
O que se espera é que a maioria se una para rejeitar tentativas de desestabilização e reafirmar seu compromisso com a boa governança e a transparência.
A assistência e orientação que a AROM proporciona são essenciais para a eficácia das gestões municipais e para a correta utilização dos recursos públicos.
Portanto, a luta pela preservação dessa entidade deve ser um objetivo coletivo, em defesa do desenvolvimento equilibrado e responsável dos municípios de Rondônia.
A tentativa de golpe contra a AROM revela uma fragilidade nas relações entre os representantes municipais, mas também destaca a importância de unir forças em torno das decisões tomadas coletivamente.
A AROM deve continuar sendo um bastião do municipalismo, onde a voz da maioria prevalece e o compromisso com a democracia é mantido.
As próximas etapas dessa discussão serão cruciais para garantir a união e o progresso dos municípios rondonienses.
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