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A campanha para o governo de Rondônia está nas ruas


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A campanha para o governo de Rondônia está nas ruas, nas reuniões de cúpulas partidárias, nas conversas entre amigos, nos ambientes políticos, nos encontros familiares, enfim, em todos os lugares. Recentes pesquisas eleitorais revelam os preferidos nas intenções de voto do eleitorado. Na capital, o deputado federal Léo Moraes desponta na dianteira, disparado, porém, quando a balança eleitoral pende para o interior do estado, as posições se invertem: Léo caiu de primeiro para terceiro lugar. O ex-deputado estadual Maurão de Carvalho pula do segundo lugar para o primeiro, e o ex-governador e ex-senador Ivo Cassol sai do terceiro para o segundo lugar. E o governador Marcos Rocha? Independente da região onde a sondagem foi realizada, até agora, ele aparece na lanterna.

Mas, como dizem especialistas no assunto, até a realização do pleito, muita água ainda vai correr debaixo da ponte. Por enquanto, assistimos apenas o que se costuma chamar de o aquecimento dos motores. Pelo andar da carruagem, tudo indica que teremos uma disputa acirradíssima, com destaque para acusações e denúncias pipocando de todos os lados, como tem sido em todas as disputas eleitorais, aqui e alhures, quando o certo seria a apresentação de projetos e propostas palatáveis, que contribuam de alguma maneira para melhorar a qualidade de vida da população. Quem resolver enveredar pelo caminho do denuncismo puro e simples, porém, certamente cairá do cavalo, pois o eleitor não vai deixar-se contaminar pela crítica leviana tampouco pela demagogia dos que teimam em se manter na crista na onda política à base de velhos e manjados expedientes.

É bom que se diga, contudo, que não há entre os possíveis candidatos nenhum salvador da pátria, com predicados de idealismo e capacidade para transformar o estado de Rondônia no mundo encantado da fantasia. No pleito passado, achávamos que o quadro mudaria para melhor. Avançamos em alguns aspectos importantes, não se discute, mas, no geral, sabemos que ainda há muito a ser feito, principalmente nas áreas da saúde, educação e segurança pública, apenas para citar esses três exemplos. Compreende-se que não estamos vivendo um momento comum, mas o estado de Rondônia já passou da hora de avançar no processo de mudanças reclamado pela sociedade. 

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