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A efemeridade da vida - Por João Antonio Pagliosa


 

João Antonio Pagliosa*

Todos os seres humanos deveriam viver melhor do que efetivamente vivem.
Principalmente porque a vida é efêmera e parece que nos damos conta
disso, apenas quando somos surpreendidos pela notícia da morte de
alguém, próximo de nós. Apesar das benesses da vida moderna, onde
conforto e comodidade nos alcançam através de um simples toque da mão,
a maioria das pessoas é infeliz, estressada, e cansada; ou porque
sobrecarrega lembranças ruins e dolorosas do passado (não descarregam
os seus fardos e por isso envenenam seu corpo), ou porque são
inseguras, medrosas e temem de forma covarde, o dia de amanhã.
Ora, se a vida é efêmera e a gente não sabe por quanto tempo estaremos
vivos, se desconhecemos o que acontecerá no momento seguinte, devemos
viver a vida com entusiasmo, com intensa energia e sem temores
exagerados. Não devemos ter ansiedades por nada e precisamos irradiar
companheirismo, amor, cordialidade e simpatia as pessoas que nos
rodeiam.

A vida precisa ser alegre, apesar de todos os pesares.
Não se entristeça e nunca desanime com os reveses da vida, porque
nunca seremos velhos demais para reconstruir alguma coisa, nunca
seremos velhos para amar ou para perdoar ou para afagar alguém.
Insisto em dizer que o que o homem mais precisa é amor!

Se você pensa diferente e se fecha em si mesmo, reclamando de tudo e
de todos, reflita o quanto esta forma de viver lhe prejudica e decida
que é hora de mudar. Abra-se para o mundo e para as pessoas. Pare de
cobrar coisas dos outros, da vida e de você próprio. Cuide com zelo de
seu corpo e de sua mente.

Nós somos templos do Espírito Santo e a vida é um dom, um presente
maravilhoso de DEUS e por isso é nosso dever conservar sadios o corpo
e a mente, pois os males de um, refletir-se-ão infalivelmente no
outro.

E olhe sempre para frente. O que passou, passou. É inútil chorar sobre
leite derramado e impossível mudar o que já aconteceu. Olhe para
frente porque ainda é tempo de apreciar as maravilhas que nos rodeiam.
Ainda é tempo de nos voltarmos para DEUS e agradecermos a benção de
ter um coração pulsando no peito. A vida é efêmera, não temos controle
sobre ela, mas a vida ainda está em nós. Por isso viva cada dia como
se fosse o último e seja sempre feliz porque a passagem do tempo deve
ser uma conquista, nunca uma perda.

Amigo, tome esta decisão agora. Querer é a base para vencer!

A efemeridade da vida - Por João Antonio Pagliosa - Gente de Opinião

*João Antonio Pagliosa é Eng. Agrônomo pela UFRRJ em 1972.

[email protected]
www.palestrantejoaopagliosa.
blogspot.com.br
Curitiba, 05 de maio de 2017.

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