Sexta-feira, 27 de janeiro de 2017 - 20h07

247 – O historiador Leandro Karnal acredita que as redes sociais facilitaram para quem odeia e dissemina o ódio. "Sempre existiu este ódio que flui por todos os lados", diz ele, lembrando que antes, porém, "era preciso ler livros para criar estes ódios".
"Hoje é um clique e um site, com muitas imagens. Facilitamos muito para quem odeia. O ódio tem imenso poder retórico. Ele sempre existiu. Agora, existe este ódio prêt-à-porter, pronto, onde você se serve à la carte e pega seu prato preferido", diz, em entrevista à BBC.
Sobre corrupção, o historiador afirma que "a política não é descolada da sociedade, mas nasce e volta ao mundo que a gerou. Os políticos são eleitos por nós. Denúncias são feitas e o político é reeleito".
Ele acrescenta que "não existe uma elite separada do todo. Um político ladrão deve ser preso e devolver o que roubou. A culpa é dele e só dele. Mas, se queremos um novo país, devemos discutir na base, na educação, na família, na fila do aeroporto e em todos os campos para uma sociedade mais ética".
Na entrevista, Karnal avalia que "a desigualdade é a base do problema [do País] e colabora para a má formação escolar. Uma sociedade que seja desigual já é um problema, mas uma que não educa nega a chance de corrigir a desigualdade. Como sempre, educação escolar básica é a chave da transformação".
Leia aqui a íntegra.
Sexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
O silêncio oficial sobre a violência doméstica em Rondônia
É comum, no dia 8 de março, autoridades, políticos e dirigentes públicos destacarem a trajetória individual de uma ou outra figura do gênero feminin

O empate de Cabo Verde/Espanha que abalou Atlanta
A Alma feminina no Coração do Futebol masculino e o Aviso a Portugal a reflectir a LusofoniaO cronómetro do Mundial de Atlanta parecia ter engolido

A temperatura aqui em Porto Velho durante o meio do ano sempre foi alta e dizíamos até, no caso, que o mês de agosto era o mês do desgosto, coincide

Não pergunteis quando deixarão as elites de atraiçoar a alma portuguesa: os avisos de Camões, Garrett e Vieira perderam-se no tempo e o mar ainda
Sexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)