Sexta-feira, 6 de janeiro de 2017 - 05h55

247 - "Após se omitir sobre uma chacina de repercussão mundial, Temer tropeçou na própria língua. Segundo o "Houaiss", a definição mais comum de acidente é algo "casual, inesperado, fortuito". O banho de sangue em Manaus passou longe das três coisas", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco em sua coluna nesta sexta.
"Depois de três dias em silêncio sepulcral, o presidente Michel Temer decidiu falar sobre o massacre no Amazonas. Ele classificou a matança de 56 detentos como um "acidente pavoroso". A declaração apavorou especialistas que se dedicam a estudar as prisões brasileiras.
A' fala do presidente foi infeliz, absurda e irresponsável', me disse a diretora da Human Rights Watch no Brasil, Maria Laura Canineu. 'A palavra acidente dá a ideia de algo imprevisto. Este massacre era uma tragédia anunciada', acrescentou."
Domingo, 21 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Isso é Espírito de Brasilidade - AVANTE! BRASIL
A Seleção Brasileira de Futebol, embora não figure formalmente entre os símbolos nacionais consagrados pelo artigo 13, § 1º, da Constituição da Repú

Não hastear bandeiras de natureza ideológica em edifícios públicos
CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, AO PARLAMENTO E A TODAS AS INSTITUIÇÕES AINDA EMPENHADAS NA SUSTENTABILIDADE DA CULTURA MILENÁRIA PORTU

A qualidade da assistência médica do Ipam continua deixando a desejar
A carência de médicos ginecologistas, entre outras especialidades, credenciados ao Ipam (Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Públi

O silêncio oficial sobre a violência doméstica em Rondônia
É comum, no dia 8 de março, autoridades, políticos e dirigentes públicos destacarem a trajetória individual de uma ou outra figura do gênero feminin
Domingo, 21 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)