Domingo, 15 de janeiro de 2017 - 08h16

247 – O colunista Bernardo Mello Franco avalia que o novo escândalo envolvendo Geddel Vieira Lima pode atingir Michel Temer, que o indicou para a vice-presidência corporativa da Caixa Econômica Federal.
"Geddel, Cunha e Padilha são velhos aliados de Michel Temer. Os peemedebistas continuaram a trocar apoio por cargos nos governos petistas. Com o impeachment, passaram a mandar sem intermediários", diz ele, no artigo Boca de jacaré.
"Depois da batida na casa de Geddel, o Planalto tentou disseminar a versão de que Temer estaria 'aliviado'. O presidente não teria motivos para se preocupar, já que o aliado deixou de ser ministro", prossegue.
"Ao menos dois fatos sugerem que o discurso tem pouca conexão com a realidade. O relatório da PF vincula Roberto Derziê, ligado a Temer, a uma operação suspeita de R$ 50 milhões na Caixa. Em dezembro, o presidente assinou sua nomeação para a cúpula do banco. Sem foro privilegiado, o falante Geddel também ficou mais próximo da fila das delações. Quem conhece o jacaré sabe o estrago que sua boca pode causar."
Sexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
O silêncio oficial sobre a violência doméstica em Rondônia
É comum, no dia 8 de março, autoridades, políticos e dirigentes públicos destacarem a trajetória individual de uma ou outra figura do gênero feminin

O empate de Cabo Verde/Espanha que abalou Atlanta
A Alma feminina no Coração do Futebol masculino e o Aviso a Portugal a reflectir a LusofoniaO cronómetro do Mundial de Atlanta parecia ter engolido

A temperatura aqui em Porto Velho durante o meio do ano sempre foi alta e dizíamos até, no caso, que o mês de agosto era o mês do desgosto, coincide

Não pergunteis quando deixarão as elites de atraiçoar a alma portuguesa: os avisos de Camões, Garrett e Vieira perderam-se no tempo e o mar ainda
Sexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)