Quarta-feira, 1 de outubro de 2014 - 11h56

Versão 2.0
O tempo passa, tudo muda...
O nosso ciclo de amizades,
Nossas concepções de mundo,
Nossas bandeiras de lutas,
Nossos sentimentos, o mundo.
No Brasil, o que não muda (e nem tão cedo vai mudar), é a nossa maneira de votar. Votamos num candidato não por achar que ele seja o melhor para o nosso país, mas sim, por achar que ele, de alguma forma, irá nos recompensar por esse voto. Ou nos dando um cargo de assessoria, nos favorecendo em uma licitação, nos dando uma cesta básica ou até mesmo uma carrada de areia. Votamos num candidato por ele ser nosso amigo, conhecido ou parente. Não analisamos, profundamente, os seus projetos (se é que ele tem algum), não analisamos qual é sua base social, e se ela está de acordo com os interesses do povo ou apenas de uma determinada parcela da sociedade (A parcela mais rica: dos grandes empresários, latifundiários e banqueiros).
No nosso país, ainda vivemos o “voto de cabresto”, é claro, que hoje, de uma forma mascarada, com a mídia (como objeto de alienação das massas) dizendo que somos livres para votar em quem quisermos e, por outro lado, nos influenciando a votar em candidatos que venham a favorecer os seus propósitos. Utilizando-se de ideologias como instrumento de mascaramento da nossa realidade.
Enquanto continuarmos votando desta forma, estaremos sempre favorecendo os políticos corruptos, os “estupros” sociais, culturais, econômicos e por que não dizer o político.
O que fazer para mudar?
Eu diria que a mudança está diretamente ligada a educação, a informação, a conscientização. Mas ai, caímos em outro questionamento: quem faz as leis? A quais interesses estas leis estão servindo? Ao interesse do povo? Será que o sentimento do bem coletivo é maior que o do bem individual nesse modelo capitalista em que vivemos? Estas são as reflexões que deixo para que o leitor tire suas próprias conclusões.
Nesta eleição, vote consciente. Vote com razão. Escolha o Melhor candidato. Aquele que você acredita que irá fazer a diferença para toda a sociedade. E se você errar? Na próxima, busque outro. Fazendo assim, um dia, quem sabe, encontraremos políticos comprometidos com o bem estar social.
Escrito por: Prof. Jadiael Rodrigues da Silva
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