Sábado, 17 de setembro de 2011 - 05h24
Qualquer programa que é feito no trânsito para prevenir acidentes deve ser continuado. Demora quase um ano para a população de uma cidade incorporar novos hábitos. Isto se tudo for fiscalizado, Guarda e PM na rua permanentemente. Com o tempo o pessoal cria o reflexo condicionado de parar na faixa de pedestre. Respeitar o sinal de trânsito. E não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir. E também não usar o celular enquanto dirige.
Mas, demora. E o que salva mesmo é a continuidade firme da ação de governo. Vi noutros países bonecos, dentro de quiosque da Polícia, com cara e uniforme de gente de verdade. Um dia fica o boneco. No outro dia fica gente de carne e osso. O cidadão tem necessidade de ser fiscalizado. Ele reage positivamente em boa conduta se tiver certeza que tem alguém com apito e ficha à mão para multar. O que é uma pena, vez que existe a lei de trânsito a disposição de qualquer um. E também para se tirar a carteira de motorista faz-se teste e prova.
Então, há 90 dias o Prefeito Roberto Sobrinho, o Detran e eu lançamos conjuntamente um Programa de Transito e Saúde em Porto Velho. Houve redução de acidentes. E pode e deve reduzir ainda mais. No entanto, há necessidade de aumentar a fiscalização. Inclusive as barreiras eletrônicas, os radares móveis e outros procedimentos. Como o bafômetro.
No fim da picada quem ganha mesmo é o próprio cidadão. Que economiza vida e mantém a sua saúde integral. Porque, meu irmão, um acidente provoca na pessoa um prejuízo enorme, uma fratura nos ossos da perna ou coxa leva mais de ano para consolidar. E o gasto na saúde é incalculável.
Conclusão: vale a pena prevenir. Vale a pena fiscalizar.
Fonte: Blog do Confúcio
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