Sexta-feira, 31 de dezembro de 2021 - 10h31

É triste, muito triste, o que
aconteceu na Bahia, onde vinte e cinco pessoas morreram, mais de quinhentas
ficaram feridas e, aproximadamente, trinta e sete mil estão desabrigadas, em
decorrência das fortes chuvas que caíram em algumas regiões daquele estado. Não
menos grave, porém, é a conduta tresloucada de políticos e dirigentes públicos
irresponsáveis (para dizer o mínimo), mancomunados com segmentos da sociedade,
os quais sempre deram um jeito de corpo para mamar nas flácidas tetas do
erário, principalmente nos governos dos petistas Lula e Dilma, sem nada
produzir de concreto em proveito da sociedade, tentando deslocar o cerne do
problema para o campo político. Para esses, às favas o sofrimento do povo,
desde que seus mesquinhos e inconfessáveis interesses sejam preservados.
Todo mundo sabe que o que aconteceu
na Bahia é resultado de causas naturais, mas os adversários do presidente Jair
Bolsonaro, preocupados em retornar ao poder para, então, reascenderem as
labaredas da corrupção que, por muito pouco, não transformou o patrimônio da
maior estatal brasileira e uma das maiores do mundo em cinzas, querem jogar a
responsabilidade nos ombros do mandatário da Nação, alimentando, assim, uma
confluência de interesses imediatistas e sórdidos, insensíveis à dor daquele
povo hospitaleiro, mas a população, senão toda, mas sua parcela expressiva, não
é boba, aprendeu a traçar uma linha divisória entre o autêntico e o falso,
entre a verdade e a demagogia, com suas frases feitas, que sempre serviram aos
velhos processos de agitação popular.
Jair Bolsonaro fez o que todo
presidente responsável e verdadeiramente preocupado com o bem-estar da Nação
faria numa situação como a que atingiu nossos irmãos baianos, ou seja, foi ao
estado, destinou recursos federais para reconstrução das regiões atingidas e,
de quebra, ainda mandou quatro ministros para acompanharem de perto o problema
e propor soluções. Se, por acaso, ele tivesse permanecido mais tempo no local,
andando de um lugar para o outro, conversando com pessoas e deixando-se
fotografar ao lado de destroços, logo seria acusado de demagogia. Como assim
não procedeu, é detonado do mesmo jeito por aqueles que querem destroná-lo do
Palácio do Planalto.
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