Domingo, 1 de janeiro de 2012 - 08h51
As imagens geradas pela midia norte coreana deixaram perplexos o mundo ocidental nesta semana que foi impactada pelo anuncio da morte e funerais do líder Kim Jong-Il e nunca se viu tanto choro e tanta comoção pela passagem de mais um ícone político deste Planeta para outro.
A imagem gerada de choro convulsivo deixou em duvida os telespectadores e leitores das mídias, para checar até que ponto era verdade e os sentimentos não fantasiados da enorme massa de coreanos ou simplesmente um choro programado teatral, no tipo das carpideiras.
Como a linha tênue entre a verdade real e formal é milimétrico e não se pode aferir com profundidade a não ser o próprio Deus que conhece os verdadeiros sentimentos de cada um de nós, fica a dúvida até que ponto a coisa anda para a verdade real ou formal.
Como o Teatro , os atores e atrizes simulam de forma tão contundente que os expectadores e a platéia duvida até que ponto a coisa é real e por isso muito choro quando boas interpretações no teatro ou no cinema e a gente fica na dúvida onde a vida é teatro,ou onde o teatro é vida.
O fato é que os coreanos ungiram o jovem de 28 anos Kim Jong-Un que já passou na Disnelandya Japonesa na sua infância, com um passaporte brasileiro para ser o novo dono do poder norte coreano, baseado no fato de que teria herdado dentre os 4 filhos, a inteligência, a liderança,o caráter,o senso moral e os valores do seu pai Kim Jong-Il.
Com tutores comandando o poder como seus tios, o jovem terá uma longa jornada para comandar aquela população de quase 30 milhões de almas e mostrar ao mundo que não fará bobagens com a bomba atômica e outros fatos muito contudentes, para não parecer para o mundo que poderá fazer dum brinquedinho, um Teatro da Vida ou a Vida do Teatro
Fonte: Hercules Goes, jornalista ambiental, com os votos de um 20l2 venturoso no Ano da Rio + 20
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