Terça-feira, 18 de novembro de 2025 - 13h30

Em sessão do Júri realizada na última sexta-feira (14/11), em Pimenta
Bueno, o acusado de feminicídio, C.R.B, foi condenado a mais de 26 anos de
prisão pela morte de Gilda Alves de Carvalho.
O crime ocorreu em dezembro do ano passado, no Bairro Nova Pimenta. A
acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça da comarca, Paulo Roberto
Marques de Oliveira, que demonstrou ao Conselho de Sentença que o réu matou a
vítima durante uma discussão, em ambiente doméstico, por motivo fútil e com
extrema violência.
Como ocorreu o crime
Segundo a acusação, réu e vítima discutiram na cozinha da casa onde
viviam havia cerca de uma semana. Durante o conflito a vítima foi agredida a
chutes e golpes de tijolo na sua cabeça. Por fim, o réu utilizou uma faca para
golpeá-la no peito.
A investigação
O próprio réu procurou a Delegacia na manhã seguinte e confessou o
crime. Ele levou a equipe policial ao local, onde o corpo foi encontrado nos
fundos da casa. Depoimentos e exames técnicos confirmaram a dinâmica relatada
no processo.
Atuação do Ministério Público
Durante o julgamento, o promotor de Justiça Paulo Roberto Marques de
Oliveira apresentou as provas e explicou aos jurados por que o caso configurava
feminicídio. Ele destacou que a morte ocorreu dentro de casa, no contexto de
convivência do casal, e por razões relacionadas ao gênero da vítima. O Conselho
de Sentença acolheu a tese apresentada. O réu segui
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