Sábado, 25 de abril de 2026 - 09h02

O júri popular realizado nesta sexta-feira (24/4), na comarca de
Vilhena, levou ao banco dos réus um casal, apontado nas investigações e
denunciado pelo MPRO, por intermediar e facilitar a execução do dentista Clei
Bagattini, morto a tiros dentro de seu consultório no centro da cidade no dia
12 de julho de 2024.
Com a atuação dos promotores de Justiça Rodrigo Leventi Guimarães e
Vinícius Basso de Oliveira e após quase 20 horas de júri, o homem foi condenado
a 23 anos e 4 meses e a mulher recebeu a pena de 6 anos. Ambos já se
encontravam presos.
O MPRO sustentou que o casal integrava um grupo organizado, que atua de
forma planejada e com divisão de funções para cometer crimes. Além disso, a
mulher denunciada também responde por porte ilegal de arma de fogo.
Planejamento do crime
De acordo com a investigação, o autor dos disparos marcou uma consulta
na clínica um dia antes do crime, usando nome falso. A ideia era se passar por
paciente para se aproximar da vítima. No dia do fato, ele entrou no consultório
e atirou várias vezes.
A investigação aponta que o grupo se reuniu na noite anterior para
combinar detalhes da ação. Um dos envolvidos teria dado apoio na fuga, enquanto
outra denunciada ajudou no plano ao marcar um segundo horário na clínica, como
alternativa caso o primeiro não desse certo.
Execução e fuga
Após os disparos, o autor saiu do local e fugiu em uma motocicleta. Em
seguida, trocou de veículo com apoio de outro denunciado e deixou a cidade. O
MPRO afirma que o crime foi cometido mediante promessa de recompensa.
De acordo com os promotores de Justiça, a investigação continua para
esclarecer outros fatos do crime, como o mandante e a motivação do assassinato
do dentista.
O homem apontado como executor, Maicon da Silva Raimundo, morreu em
dezembro de 2024, num confronto com a polícia no município de Colniza, MT.
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