Quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 - 18h42
A obra da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que a Prefeitura de Porto Velho está construindo na zona leste, está com aproximadamente 75% concluída. Esta semana, acompanhado do secretário Williames Pimentel, da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e o adjunto da pasta, o médico Eduardo Maiorquim, o prefeito esteve no local inspecionando o andamento da obra. O prefeito conversou com os operários e ouviu explicação do mestre-de-obras sobre o andamento do serviço.
O secretário municipal da Saúde, também explicou ao prefeito como funcionará a Unidade depois que for inaugurada no primeiro semestre do próximo ano. “Essa será uma unidade de saúde importante para darmos resolutividade aos casos de média e baixa complexidades. E está sendo construída em uma das regiões mais populosas de Porto Velho. Com esta UPA, mais a da Jatuarana, na zona Sul, e a de Jacy-Paraná, vamos conseguir diminuir muito a pressão que hoje tem o hospital João Paulo II. Só nesta da zona leste a capacidade é de setecentos procedimentos por dia”, disse o prefeito.
A obra iniciou em outubro de 2010 e era para ser concluída em 120 dias. Mas os trabalhos foram paralisados depois que a empresa responsável pela construção quebrou e abandonou a obra. Estão sendo investidos na UPA da zona Leste R$ 3,76 milhões. Deste total, R$ 1,4 milhão é recurso federal e o restante será das contrapartidas sociais do Consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção de Jirau. A UPA da zona leste funcionará com serviços de assistência de urgência e emergência 24h por dia. A unidade responderá demandas de uma região de mais 100 mil pessoas. As UPAs são divididas em três portes, conforme a capacidade de atendimento. A da zona leste é do tipo I, com estrutura de até oito leitos e capacidade para atender 150 pacientes por dia.
As Unidades de Pronto Atendimento oferecem serviços de raio X, laboratório para exames, aparelho de eletrocardiograma e atendimento pediátrico. Nelas, a população poderá resolver problemas como pressão alta, febre, cortes, queimaduras, alguns traumas e receber o primeiro atendimento para infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outras enfermidades. Quando o paciente chega à unidade, os médicos prestam socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é necessário encaminhar o paciente a um hospital ou mantê-lo em observação por até 24h.
Fonte: Joel Elias
Foto: Frank Néry
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