Terça-feira, 20 de dezembro de 2011 - 12h22
A coordenadora municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, Mara Regina Araújo, classificou como positiva a 3ª Conferência Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres, ocorrida em Brasília na última semana. Mara que representou a região Norte, disse que foi uma grande oportunidade para debater os programas e projetos desenvolvidos em todo o país que resgatam a autoestima e tiram da vulnerabilidade social mulheres que há anos necessitavam de ajuda. Esta edição do evento nacional foi voltada para se debater a importância de um conjunto de políticas, que configure o programa nacional de autonomia econômica, financeira e pessoal das mulheres brasileiras.
Em uma das rodadas de debates, Mara pode falar das experiências bem sucedidas em Porto Velho, que servem de referência hoje para muitas cidades, a exemplo da sua coordenadoria que está à frente de diversas ações para garantir o direito das mulheres. “Hoje promovemos cursos de qualificação, atendimentos jurídicos e psicológicos, campanhas de combate à violência, temos a Rede de Enfrentamento à violência que conta com a participação de dezenas de parceiros, realizamos oficinas e seminários para esclarecer sobre os direitos das mulheres, sobre a Lei Maria da Penha e outros fatores de suma importância para uma vida melhor. Temos ainda a casa Abrigo que acolhe aquelas vítimas da violência e o Centro de referência da Mulher”, disse Mara.
Foram quatro dias de intenso trabalho, reunindo 2,5 mil delegadas de todas as partes do País e resulta de um processo democrático que envolve as mulheres engajadas, organizações e órgãos de governo que lutam pelos direitos das mulheres.
Para a ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres a 3ª Conferência “foi um encontro rico de debates. Todos os grupos de trabalho, rodas de conversa e plenárias estiveram, o tempo todo, com uma altíssima participação e todos os temas propostos foram exaustivamente debatidos”.
As resoluções votadas e aprovadas durante a Conferência serão sistematizadas, compiladas e conduzidas pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) e pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) aos órgãos compatíveis e competentes.
Fonte: Meiry Santos
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