
O processo de realizar obras por administração direta, de acordo com o engenheiro, está sendo possível porque o governador Confúcio Moura investiu na melhoria da estrutura do parque de máquinas do DER. “Em menos de três anos foram investidos mais de R$ 90 milhões na compra de máquinas, equipamentos e veículos de apoio. Hoje, temos usinas de asfalto em todo o Estado”, acrescenta.
Economia
O diretor cita como exemplos a reconstrução da pista do aeroporto de Ji-Paraná, a restauração da RO-470 (Linha 81), da BR-364 até o município de Mirante da Serra; a restauração da RO-010, de Rolim de Moura a Nova Brasilândia; o asfaltamento da Estrada do Belmont, e da Rua da Beira, marginais da BR-364, estas duas últimas em Porto Velho e ainda em andamento.
Nestas obras, segundo Mosquini, o governo estadual obteve média de 50% de economia, se comparado ao preço praticado pelas empreiteiras. Para o engenheiro, a economia é importante, mas outros benefícios fazem parte do contexto da execução das obras realizadas por administração direta, como a qualidade.

Aeroporto de Ji-Paraná
A restauração da pista do aeroporto José Coleto, em Ji-Paraná, é motivo de orgulho para todo o governo, em especial para o DER, responsável pela obra. “As empreiteiras cobrariam cerca de R$ 8 milhões para realizar a obra. O governo estadual investiu em torno de R$ 3 milhões na obra, que foi aprovada pela equipe da Presidência da República”, afirmou o diretor.
Rapidez e qualidade
O trabalho feito com máquinas e servidores próprios facilitam todo o processo. “Não precisamos aguardar a burocracia da administração pública, como a licitação. No DER, se o gestor gostar de trabalhar ele consegue executar a obra”, detalha. A respeito da qualidade, ele destaca o quadro de engenheiros que ele considera de excelência.
Fonte: Nilson Nascimento
Fonte: Decom

Segunda-feira, 29 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)