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Política

Lazinho da Fetagro destaca indignação com proibição de atendimentos homeopáticos


Em seu pronunciamento na sessão desta terça-feira (8), o deputado Lazinho da Fetagro (PT) registrou sua indignação quanto à proibição dos tratamentos homeopáticos e fitoterápicos. Segundo o parlamentar, em Rondônia, muitas igrejas, associações e pessoas capacitadas trabalham com a medicina alternativa há mais de 30 anos.
 
“É um trabalho realizado em todos os municípios de Rondônia e que agora vem sendo perseguido pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), fechando e paralisando os atendimentos a centenas de famílias”, informou Lazinho.
 
Segundo o deputado, há cerca de sete meses a agência vem exigindo profissionais especializados na área de preparação de medicamentos utilizados em tratamentos da homeopatia e da fitoterapia.
 
“Já se vão 30 anos de medicina alternativa e nunca tive notícia de que alguém tenha morrido em razão de tratamento homeopático. Em hospital com medicina convencional eu sei que morre. Nesses últimos 30 anos, eu não tomei mais remédio de farmácia, só homeopático e posso dizer, cura. Curava antes da medicina convencional e continua curando”, declarou o deputado.
 
Para o parlamentar, a saúde pública em Rondônia não suporta a demanda de pacientes do Estado. Lazinho enfatizou que em muitos municípios filas são formadas em casas de tratamento homeopático e se curando das enfermidades.
 
“Eu quero ver se a Agevisa vai se preocupar em fiscalizar os hospitais desse Estado, os médicos, os profissionais da área da saúde, fiscalizar o recurso que não chega, o medicamento que não tem, o Estado que não dá conta. Imaginem se acabarem com esses atendimentos alternativos, se os nossos hospitais terão condições de atender todo esse povo”, argumentou o deputado.
 
Lazinho da Fetagro concluiu seu pronunciamento solicitando ao governador Daniel Pereira (PSB) que o Estado busque uma alternativa
 
“Parece que tudo o que é feito para contribuir com o Estado brasileiro, com o Estado de Rondônia tem que acabar. Estamos falando de uma medicina alternativa que é importante para o povo, para o pobre principalmente. Deixo meu protesto e minha indignação com a maneira de se tratar as coisas nesse Estado”, concluiu Lazinho.

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