Sexta-feira, 2 de novembro de 2012 - 15h59
Brasília – O ministério da Saúde anunciou nesta quarta feira a implantação de um programa de unidades oncológicas móveis para levar a mamografia até áreas mais remotas do país, onde as mulheres não têm acesso a esse tipo de exame. O câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil e no mundo, mas tem um índice de cura de 80% quando descoberto logo no início. O Programa de Mamografia Móvel no Sistema Único de Saúde será voltado prioritariamente para mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos.
Segundo a deputada Marinha Raupp (PMDB/RO) o programa faz parte da ações lançadas em 2011 pela presidenta Dilma Rousseff para controle de câncer de mama no país, um investimento de mais de R$ 4,5 bilhões. “Com esse programa, levaremos unidades oncológicas móveis até áreas mais remotas do país, onde as mulheres não têm acesso a esse tipo de exame. O câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil e no mundo, mas tem um índice de cura de 80% quando descoberto logo no início.”, frisou Marinha. A deputada ainda solicitou que secretarias de saúde estaduais e municipais se habilitem a receber o programa.
As Unidades Oncológicas Móveis Terrestres e Fluvial (carretas ou barcos) percorrerão locais estratégicos dos municípios (definidos pelas secretarias de saúde) para a realização das mamografias. Cada unidade deverá ter obrigatoriamente um técnico em radiologia e ser equipado com pelo menos um mamógrafo entre as opções: mamógrafo com comando simples, mamógrafo com estereotaxia e mamógrafo computadorizado. Dependendo da estrutura do serviço, o gestor também poderá disponibilizar médico radiologista, mastologista ou ginecologista obstetra.
As mulheres não vão poder procurar direto as unidades. Elas terão que ser encaminhadas por um médico de família ou de um posto de saúde. O governo tem como meta passar das atuais 3 milhões de mamografias ao ano para 7 milhões em 2013.
MEMÓRIA
Marinha Raupp tem como uma das bandeiras de trabalho a valorização da saúde da mulher. Durante seus mandatos garantiu a construção, através de emendas parlamentares, de diversas unidades de saúde exclusiva para mulheres, entre eles: Ji Paraná, Cacoal, Rolim de Moura, Espigão, Alvorada, Nova Brasilândia, Jarú, Presidente Médici, Ariquemes, Primavera de Rondônia.
Fonte: Bruno Góes
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