Domingo, 6 de setembro de 2009 - 06h50
Corria o malfadado ano de 1964 quando os militares que se aboletaram no governo brasileiro nomearam para substituir o major Abelardo Alvarenga Mafra, no governo do então Território de Rondônia, o coronel José Manuel Lutz da Cunha Menezes. Junto com o interventor, chegou também a Porto Velho outro militar que, a par da insuspeitada excentricidade - mormente consideradas a época e a vetusta instituição a que pertencia, porquanto tratava-se de um homossexual -, é quem vai realmente mandar e, principalmente, desmandar no Palácio Presidente Vargas, em que pese a patente inferior...CLIQUE E LEIA A COLUNA "POLÍTICA EM TRÊS TEMPOS" DO JORNALISTA DE OPINIÃO PAULO QUEIROZ.
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Hildon e Cirone propõem industrialização para agregar valor a produtos do agro
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