Quinta-feira, 17 de março de 2016 - 19h08
Até o final de 2016, todo sistema de controle de atividades da Procuradoria Geral do Estado (PGE) será processado digitalmente, o que deve eliminar ao máximo a utilização de papéis. Foram consumidos, na modernização dos serviços, cerca de R$ 10 milhões. Segundo procurador Fábio Souza Santos, os investimentos em tecnologia são voltados para dar celeridade e excelência aos feitos do órgão.
Fábio transmitiu esta informação durante café da manhã, no Palácio Rio Madeira, em encontro dos procuradores estaduais com o governador Confúcio Moura. Ele acrescentou: “estas providências colocam a nossa PGE entre as melhores do país”.
Durante o encontro, o presidente da Associação dos Procuradores do Estado, Tiago Danger, falou sobre a valorização e reconhecimento da categoria que fizeram com que a carreira se torne uma das mais atrativas no país. “Aqui firmamos o compromisso de continuar defendendo com dedicação e empenho os interesses do governo e do povo”, prometeu.
O procurador-geral Juraci Jorge usou as administrações para destacar que os profissionais eram orientados a dar respaldo a decisões de gestores. Na atualidade, ele sustentou, a PGE contribui para fortalecer o governo orientando para que os atos jurídicos sejam adotados com base no que é estritamente legal.
Outro ponto que contribui para fortalecer a PGE, conforme Juraci Jorge, é o fato do órgão ser dirigido por um servidor de carreira. Antes, a chefia era oferecida a profissionais estranhos aos quadros da procuradoria.
A valorização da carreira de procurador também foi enfocada pelo secretário-chefe da Casa Civil Emerson Castro. Ele informou que alguns profissionais não souberam esperar pelas mudanças propostas pelo governador Confúcio Moura e foram para outros estados. “Hoje, arrependidos, dizem que voltariam para cá, se pudessem”, disse.
FUTURO
Para Confúcio Moura, as mudanças promovidas na PGE estão voltadas para deixar o estado forte para o futuro, para que outros governantes não tenham que fazer a valorização partindo do zero.
O governador disse que quando iniciou o primeiro mandato não encontrou registros das ações governamentais anteriores que pudessem indicar um caminho a ser seguido e que precisou começar tudo. “A estrutura que estamos deixando vai facilitar para os próximos governantes, que poderão dar prosseguimento à sua maneira”, disse ele.
CAPACITADOS
Confúcio também explicou que os governantes passam e os servidores de carreira ficam e eles precisam estar aptos para ajudar a administrar. Ele apontou a criação da Superintendência de Licitações (Supel) como um exemplo da estrutura que fica para o futuro. O órgão agora tem servidores de carreira capacitados.
“Nosso grande investimento é no fortalecimento dos recursos humanos, que são responsáveis pelo estado no futuro”, disse o governador. Ele concluiu afirmando que não interfere no trabalho dos procurados e que os consulta na tomada de decisões e agradeceu pela dedicação dos servidores.
Fonte
Texto: Nonato Cruz
Fotos: Bruno Corsino
Secom - Governo de Rondônia
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