Sábado, 5 de abril de 2025 - 13h59

Por mais que a caminha meritória de um cidadão de bem – a exemplo de Álvaro Dias – o livre da condição de elemento passivo perante a história, esse legado não o liberta do sentimento de indignação e impotência ante a indiferença de um Estado 'buRRocratico', guiado irresponsavelmente por mentes orientadas sob a égide da arrogância, da vaidade tola, de sectarismos idiotas, e uma deficiência moral e intelectual desprezível, fertilizando a corrupção sindrômica, endêmica, sistêmica, num cenário em que os INTERESSES PESSOAIS a serviço de grupelhos, correntes políticas e financiadores das campanhas (além da imoralidade chamada de ‘fundo partidário) são PRIORIZADOS, em detrimento do atendimento das demandas inadiáveis que afligem a POPULAÇÃO, cega pelos atrativos publicitários enganosos e a escassa capacidade de discernimento, se torna refém da ignorância que permite a seus algozes privilegios imorais e extravagantes.
Não é fácil,
nem para os estudiosos politólogos,
compreender o espectro político e ter uma
noção de onde se localiza cada posição na política brasileira, assim como os
termos “esquerda” e “direita”,
ou até mesmo “fascista”,
“comunista”, “progressista”,
“liberal” e “conservador”.
No Brasil, não
existe ideologia, apenas a prevalência do fisiologismo oportunista e descarado,
memorizado por políticos leigos e eleitores igualmente sem noção da realidade,
guiados apenas por um sentimento de simpatia por "A" ou "B"
com o qual encontram
algum sentido existencial, aceitando rótulos risíveis os quais desconhecem o verdadeiro sentido.
O sagrado direito ao livre arbítrio quando exercido com pouco discernimento, gera consequências desastrosas e obriga o povo a carregar o fardo pesado, oneroso, insuportável e improdutivo, numa realidade sacrificada de exploração, agravada por angustiante e infindável sensação de letargia e desesperança.
Alternam-se os
homens, mas o DNA sócio, cultural
e pseudo religioso, os discursos mentirosos, as promessas absurdas e o
estelionato eleitoral continuam como elos da corrente que mantém
o país aprisionado à estagnação num
vergonhoso e injustificável continuísmo.
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É o galinheiro “cuidado” pelas raposas, ou ainda a
“prostituta que garante ser virgem” após
mais de 40 anos em atividade no ‘Job’.
Acredite se quiser!!!
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