Quarta-feira, 6 de maio de 2026 - 07h45

Há seis
meses, Adailton Fúria esteve no Grupo SIC, hoje a maior empresa de comunicação
do Estado, com mais de 20 emissoras de TV e cinco de rádio. Na ocasião,
convidou oficialmente Everton Leoni para ser seu vice. A sondagem já tinha sido
feita por Expedito Júnior, pouco antes. Everton ficou de pensar. Durante todo
este período, ele analisou todas as circunstâncias, lembrou as vitórias de sua
vida política de 15 anos e também os sofrimentos que teve com ela.
Falou com
amigos, parceiros, confidentes, mas, principalmente com seus filhos. Não foram
conversas fáceis, porque havia argumentos muito fortes para que ele não topasse
o convite. Os meses foram passando e, na semana passada, enfim, Everton Leoni
decidiu aceitar este novo desafio.
No seu
entorno, todos sabiam que a decisão seria anunciada a qualquer momento. Foi uma
decisão muito bem pensada, até que Everton Leoni decidiu que deveria voltar à
vida pública, para dar sua contribuição (como sempre deu) ao desenvolvimento da
sua cidade e do seu Estado.
Quando
deputado estadual, ele teve um desempenho importante. Todas as noites,
praticamente sete dias da semana, depois de dias exaustivos de trabalho, ele ia
para os bairros, se encontrar com a população, ouvir o povo, suas
reivindicações, suas necessidades.
Foi muito
injustiçado, passando 14 anos sob uma tensão situação de condenação, por algo
que nunca praticou. No final, foi absolvido por unanimidade pelo Tribunal de
Justiça, confirmando que sua vida pública fora ilibada.
O desafio
é enorme. Quem conhece Everton Leoni de perto sabe quem ele é. Decente,
trabalhador (além do sucesso da TV, é recordista com um programa de rádio, Quando
Bate a saudade, aos domingos, no ar há 42 anos). É um empresário correto, amigo
dos seus funcionários, fiel aos seus parceiros.
A
corrida ao Governo ganha com a presença de Everton Leoni. Fúria e ele formam
uma dupla muito forte. Ganharão? Ah, isso só a população vai dizer, porque
disputarão contra nomes poderosos como os de Marcos Rogério, Hildon Chaves e
Expedito Netto, entre muitos outros.
O que
se tem certeza é que, com a presença de Everton, o debate será de alto nível,
sem baixarias, transparente. Aliás, ele e Fúria já decidiram que este será o
tom da campanha deles.
Enfim,
uma novidade importante na corrida pelo Governo.
EQUIPE DO STF EM
PORTO VELHO PARA OUVIR PRODUTORES QUE PODEM PERDER TUDO O QUE CONSTRUÍRAM EM
TODA UMA VIDA
Será uma quarta-feira
que pode mudar a situação de centenas de famílias de produtores rurais
rondonienses (alguns trabalhando na terra e vivendo dela há décadas) que estão
ameaçados pela legislação do terrorismo ambiental impostos a eles. Atendendo
pedido do deputado federal Lúcio Mosquini e graças a um projeto de lei
apresentado pelo deputado estadual Dr. Luiz do Hospital, uma comissão de juízes
substitutos e de técnicos do STF estará em Rondônia, para conhecer in loco a
situação dramática que está vivendo toda esta gente.
O resumo da ópera: lei
federal deu prazo de três anos para que todos os produtores que vivem em áreas
criadas ou transformadas como de proteção ambiental, deixassem tudo o que
construíram para trás e fossem embora. O projeto do Dr. Luiz amplia este prazo
para até 30 anos. Mosquini e ele conseguiram, junto ao STF, que o ministro
Cristiano Zanin relator do processo em tramitação no Supremo, mandasse os
técnicos para cá, para conhecerem a realidade das famílias.
Portanto, nesta quarta, pela manhã, no antigo TJ de Rondônia, na avenida Farquar, centro da Capital, juízes auxiliares e técnicos do STF estarão no local, ouvindo as populações atingidas pela aberração legal. É fundamental a participação em massa das famílias dos agricultores prejudicados, para que possam contar suas histórias e convencer os representantes enviados por Zanin, que analisa a Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a lei criada em Rondônia. Todos lá!
AUDIÊNCIA NA OAB PEDE REVISÃO DOS PREÇOS DO PEDÁGIO, MAS BAGATTOLI QUER O FIM DA CONCESSÃO DA BR 364
Uma grande reunião no auditório da OAB reuniu algumas das mais
importantes autoridades rondonienses, principalmente do Congresso Nacional. Com
a participação dos senadores Marcos Rogério e Jaime Bagattolli. Aliás, o
encontro foi proposto por Marcos Rogério, presidente da Comissão de
Infraestrutura do Senado, ela teve como mote principal proposta contra os altos
valores do pedágio.
Bagattolli, contudo, foi mais longe. Falando diretamente ao diretor
geral da ANT, ele voltou a pedir a suspensão imediata da concessão da BR 364.
“Eu não vim aqui pedir para diminuir pedágio, tem que cancelar essa concessão.
Ela é um custo que pesa mais nos mais pobres e no setor produtivo do estado. A
privatização, da forma como foi feita, vai inviabilizar a industrialização de
Rondônia”
Já Marcos Rogério cobrou da Agência Nacional
de Transportes Terrestres (ANTT) a revisão da tarifa de pedágio da BR-364,
na audiência realizada na sede da OAB,
com representantes da agência, bancada federal, autoridades, lideranças e
entidades ligadas ao setor produtivo.
O senador, que é
candidato ao Governo, afirmou que o valor cobrado nas praças de pedágio tem
provocado forte reação entre os usuários e já atinge a economia de Rondônia.
Segundo ele, “a tarifa pesa no transporte de cargas, no preço dos alimentos, no
comércio e em toda a cadeia de consumo”.
Entre os vários pronunciamentos, o
deputado federal Lúcio Mosquini voltou a criticar duramente o preço do pedágio
e lembrou que entrou com processo na
Justiça federal pedindo a revisão dos valores.
Estiveram presentes
ainda, entre muitas outras autoridades, o prefeito Léo Moraes, os deputados
federais Fernando Máximo e Coronel Chrisóstomo e o deputado estadual Delegado
Camargo.
SÍLVIA LAMENTA
ATAQUES E PRECONCEITO E FALA EM
“ADVERSÁRIOS RAIVOSOS” JÁ NO PERÍODO DA PRÉ-CAMPANHA
Mesmo com todo o
trabalho que tem feito em benefício da saúde de milhares de pessoas, a deputada
federal e candidata ao Senado Sílvia Cristina tem sido alvo de vários ataques,
principalmente nas redes sociais. O preconceito contra ela, de parte de alguns
ataques, raia à casa do crime. Aliás, não é a primeira vez que isso acontece.
Ela já ganhou mais de uma ação na Justiça, contra ataques injustos que recebeu.
Nesta semana, ao ser
entrevistada por Arimar de Sá no
programa A Voz do Povo, na Rádio Caiari, ela disse que “quando falta entrega, quando não existe trabalho para mostrar, resta
apenas atacar e perseguir. Ainda estamos na pré-campanha, mas tem adversários
raivosos, que se mostram dispostos a qualquer jogo sujo pelo poder". E
mais: “vou fazer minha campanha sem atacar ninguém. O povo vai avaliar quem tem
trabalho e ação concreta. Por isso, quem não tem trabalho pra apresentar, já se
mostra desesperado".
Aparecendo bem em todas as pesquisas
ao Senado, a deputada comenta: “Vejo muita gente falando muito, mas nunca fez
nada de bom que possa ser usado de exemplo, como referência. Muito pelo
contrário. Eu prefiro falar menos, mas mostrar exemplos concretos de trabalho,
de ação em benefício das pessoas. Esse sim é meu maior compromisso”.
A deputada disse ainda
que “só tem autoridade quem tem história limpa. Quem não tem, não pode querer
impor uma autoridade inexistente. Quando precisamos nos impor, é por que tem
alguma coisa errada, pois liderança é uma conquista e não uma imposição”.
CAPITAL REGISTRA O
MAIOR TEMPORAL EM MUITOS ANOS: FORAM 134 MILIMETROS DE CHUVA EM POUCAS HORAS
Em menos de quatro
horas, foram 134 milímetros de chuva. Muito mais do que era previsto para todo
o mês de maio. O temporal, com uma força raramente vista em Porto Velho, em tão
curto espaço de tempo, alagou ainda muitas áreas da cidade, inclusive em locais
onde o problema já tinha sido praticamente resolvido, como na esquina fatídica
das avenidas Rio de Janeiro com Rio Madeira.
Moradores de décadas na
Capital testemunharam quase uma raridade trágica: afirmam que nunca viram tanta
chuva em tão pouco tempo e com tanta intensidade. Os alagamentos ainda atingem
a cidade com grandes danos causados à parte importante da população. Embora
menos áreas tenham sido atingidas, porque há locais onde houve obras e
intervenção, o problema esteja solucionado, há ainda muito a fazer contra as
alagações.
Depois do temporal, o prefeito Léo Moraes
reafirmou que as obras de drenagem profunda no perímetro urbano de Porto Velho,
mais uma vez passaram a ocupar lugar de prioridade no seu governo. “A
Prefeitura tem intensificado as intervenções com o objetivo de resolver ou ao
menos amenizar as alagações, nos pontos críticos históricos da nossa Capital”.
Na manhã seguinte, ao temporal, Léo Moraes percorreu áreas que recebem
intervenções de macrodrenagem e destacou a
importância do o investimento de
200 milhões de reais, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento
(PAC), verba federal, que serão liberados. Para ele, estes recursos serão
fundamentais para mudar o at8al cenário da falta de obas profundas que
resolverão de vez o prob lema das
alagações.
“Essas chuvas torrenciais expõem problemas que vêm de décadas. Se esse
trabalho tivesse sido feito há 10, 15 ou 20 anos, nossa realidade seria outra.
Não fugimos da luta, e seguimos avançando na drenagem enquanto aguardamos os
recursos do PAC”, disse Léo, preocupado com a situação das famílias atingidas.
CONDENAÇÃO A 111 ANOS
DE CADEIA É SÓ PRO FORMA: ASSASSINO PSICOPATA DE GUAJARÁ SÓ PODE FICAR 40 ANOS
NA PRISÃO
O ex-governador Sérgio
Cabral, do Rio de Janeiro, é um dos recordistas. Foi condenado a mais de 400
anos de cadeia, mas está livre leve e solto. Um dos Reis da Corrupção da
história brasileira agora dá dicas de culinária e se tornou um “influencier”.
Há vários outros casos semelhantes de super condenações, mas claro, nenhuma
delas é cumprida, até porque, mesmo preso, os condenados não podem ficar mais
de 40 anos atrás das grades.
Ou seja, a punição é só
pro forma, porque não há qualquer realidade nela. O caso mais recente aconteceu
nesta semana em Rondônia, quando um dos participantes do brutal assassinato de
toda uma família, em 2013, na cidade de Guajará Mirim, foi julgado à revelia e
condenado a 111 anos de cadeia. O psicopata assassino Tanus dos Santos, está
foragido, mas foi condenado por um júri popular a esta pena centenária, depois
de um julgamento que durou dez horas.
Ou seja, mesmo preso,
não importa que idade tenha (hoje tem 36 anos), o autor da brutalidade contra
pai, mãe e duas crianças ou morrerá antes do cumprimento da pena ou se safará
dela dentro de quatro décadas, se não for libertado antes por decisões que
sempre beneficiam os bandidos, não importa que crimes cometam.
Não se consegue
localizar informações sobre quantos brasileiros estão condenados a mais de 40
anos, mas certamente o número é expressivo. Só como comparação, pode-se
informar que somente nos últimos quatro anos, pelo menos 204 brasileiros foram
condenados à prisão perpétua...no exterior, a grande maioria nos Estados
Unidos.
AMEAÇA DE TIRAR
LEGENDA DE QUEM NÃO APOIAR MAJORITÁRIOS DO PL: O CASO SCHEID REPERCURTE
Polêmica não falta e não
vai faltar em relação a Bruno Scheid, o candidato ao Senado escolhido a dedo pelo
presidente Jair Bolsonaro. Mas é bom sempre considerar quem ele é e o que
representa. Vice-presidente regional do PL, ele ameaçou os candidatos do
partido que não rezam pela cartilha bolsonarista e estão apoiando nomes de outras
siglas.
Tudo começou numa
reunião de apoio às candidatas Sílvia Cristina, do União Brasil e Mariana
Carvalho, do Republicanos, em que pelo menos dois candidatos do PL, os deputados
Nim Barroso e Delegado Lucas, teriam participado ativamente. A confusão gerada
repercutiu na mídia, soando no geral, como uma ameaça concreta de que os que
não apoiarem os candidatos majoritários do PL (Marcos Rogério, Fernando Máximo
e ele) podem ficar sem legenda em outubro.
Que não se subestime
a força de Scheid. Não só pelo sua proximidade com os Bolsonaro, mas também
pela força com que tem aparecido nas pesquisas eleitorais. Saiu quase do
anonimato do mundo da política para uma candidatura viável.
Há quem diga que a
política é a arte de engolir sapos e de ter jogo cintura para enfrentar todas
as situações que surjam. Outra ala considera que há momentos de rodar a baiana
e não aceitar o que a política lhe oferece.
Vai haver realmente um encontro de interesses entre os parceiros do mesmo partido ou a ameaça de Scheid pode se concretizar? Em breve saberemos.
CADEIRA VAZIA
SIMBOLIZA A AUSÊNCIA DAS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA E MORTE EM RONDÔNIA, EM
PROJETO DE CRISPIN
A Assembleia
Legislativa de Rondônia viveu um momento de forte simbolismo durante sessão
solene realizada nesta segunda-feira, marcada pela presença de uma cadeira
vazia no plenário. O gesto representa as mulheres vítimas de violência
doméstica e feminicídio no Estado. A iniciativa está prevista na Lei nº 6.354,
de 6 de abril de 2026, de autoria do deputado Ismael Crispin, que institui a
reserva simbólica de assentos em eventos oficiais do Governo e da Assembleia
como forma de conscientização, memória e educação social sobre a violência
contra a mulher.
Durante a solenidade, o
parlamentar destacou a importância de ações que provoquem reflexão e mobilizem
a sociedade. “Rondônia, nos últimos tempos, tem tido uma posição que não nos
deixa em nenhum momento envaidecidos. O índice de criminalidade e de
feminicídio têm crescido muito no e nós precisamos, de fato, fazer alguma
coisa. Ainda que o que estamos fazendo aqui hoje seja de forma pedagógica,
consideramos este gesto importante”.
Crispim ainda relembrou
um episódio recente, que gerou comoção no Estado:. “o caso em homenagem à
memória de uma indígena, Gleicia Arikapú, de uma aldeia no município de São Miguel do
Guaporé, morta no último sábado. Então há uma responsabilidade nossa, enquanto
representantes públicos, de promover um trabalho de conscientização”, pontuou.
Para o parlamentar, a cadeira vazia no plenário cumpre exatamente esse papel simbólico. “Esse espaço vazio nos remete a essa reflexão”, sublinhando que a lei “surge como um instrumento de sensibilização social, buscando manter viva a memória das vítimas e reforçar a importância de combater a violência contra a mulher em Rondônia”.
PERGUNTINHA
Nesta quinta-feira, dia 7, no encontro na Casa Branca entre o
presidente Trump e o presidente Lula, que está sendo aguardada com grande
expectativa, o tema principal vai ser em torno no combate às facções criminosas
e o reconhecimento desses grupos como terroristas. O que você acha que vai ser
decidido?
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Outro absurdo: canetaço transforma áreas em quatro cidades rondonienses num Parque Indígena
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