Sexta-feira, 15 de maio de 2026 - 07h48

Nada como um ano eleitoral! O pacote de bondades vindas do
governo federal, que fará de tudo para que Lula ganhe mais um mandato, não quer
deixar pedra sobre pedra. Vale conter na marra o preço dos combustíveis, mesmo
que isso signifique um prejuízo de bilhões de dólares para a já problemática
Petrobras. Vale acabar com a Taxa da Blusinha, aquela que Lula defendeu com
unhas e dentes e hoje diz que acha que ela não é necessária. Vale anunciar
pacote de mais de 11 bilhões no combate ao crime organizado, como se isso
resolvesse o problema da trágica segurança pública no país.
Mas isso é
só o começo. Na outra ponta das ações da esquerda brasileira, está o ataque aos
adversários, inclusive usando jogo sujo. Como o fez Lula, acusando o
ex-governador Romeu Zema de não ter utilizado dinheiro do PAC. Zema já
respondeu, desmentindo: usou sim. E pediu 9 bilhões do programa para a União,
embora Minas só tenha recebido 286 milhões. Mas vale a mentira ou a verdade?
A grande
missão, contudo, é colocar no colo de Bolsonaro mais dois escândalos de corrupção
do atual governo: o roubo dos velhinhos e a roubalheira descarada do Banco
Master. As mentiras são tantas vezes repetidas que podem acabar virando
verdade, segundo a eterna teoria diabólica de Paul Goebels, o porta-voz do
nazismo.
Tem mais:
agora, o ministro Boulos, aquele que não tem serventia alguma ao país, a não
ser se postar como líder de invasão de propriedades alheias, começou a atacar
outro adversário poderoso do Planalto: o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Tentando ligá-lo a
organizações criminosas e, claro,
tentando manchar a imagem de um candidato viável e que, se eleito, vai trazer à
tona toda a podridão que há hoje no país.
Os
piores ataques ainda estão por vir. Já começaram, mas ainda não se viu nem a
ponta do iceberg. O alvo: claro, Flávio Bolsonaro, aquele que está a um por
cento de destronar o petismo. A última é que o vice na chapa seria Ciro
Nogueira, um dos corruptos pegos pela PF. Os boatos começaram, claro, só depois
que Nogueira foi apontado como grande ladrão, em operação da semana passada.
O PT
usa todas as armas possíveis para ganhar uma eleição. E tem ganhado,
convencendo o eleitor mais pobre, menos instruído, que vive de migalhas do
governo, de que é ele a solução para todos os nossos problemas.
Vinte
anos depois de estar no poder, o Brasil está muito pior do que poderia estar.
Mas grande parte da população ignora isso e quer continuar a viver sob o tacão
e as benesses do dinheiro público.
Será que isso acontecerá de
novo, em 2026? Infelizmente, isso é uma possibilidade real!
MARCOS
ROGÉRIO LIDERA NOS DOIS CENÁRIOS PARA O GOVERNO, APONTA VERITÁ. EXPEDITO NETTO
TEM A MAIOR REJEIÇÃO
A pesquisa
do Instituto mineiro Veritá, divulgada nesta quinta-feira, não traz grandes
novidades, a não ser um dado intrigante: quando o eleitor escolhe os candidatos
sem que seus nomes sejam citados (a espontânea), Marcos Rogério continua bem à
frente, mas Adailton Fúria tem quase o triplo das intenções de votos de Hildon
Chaves. Contudo, ao serem nominados os concorrentes, os dois estão
rigorosamente empatados.
O
levantamento, registrado no TRE sob o número 02673/2026, ouviu 1.220 eleitores no Estado e tem nível de
confiança de 95 por cento, segundo o Veritá. Não é surpresa que o senador
Marcos Rogério esteja bem à frente em todos os cenários. Na pesquisa
espontânea, ele tem 46 por cento das intenções de votos válidos. Fúria tem 32,6
e Hildon Chaves 11 por cento.
Já na pesquisa estimulada, onde é
apresentado os nomes dos candidatos, Rogério tem 42,5 por cento; Fúria 22,2 e
Hildon 21,7, ou seja, os dois estariam, caso a eleição fosse hoje, totalmente
empatados.
No quesito rejeição, contudo, o
petista Expedito Netto está disparado à frente, com 55 por cento. Marcos
Rogério ficou em segundo, com 27,2 e Fúria em terceiro, com 7,7. Não foi
divulgada a rejeição de Hildon Chaves.
Todos os demais nomes citados naio
chegaram nos 14 por cento. Não sabem, não responderam e votos nulos e brancos
chegam a mais de 18 por cento.
Se a eleição fosse hoje,
Marcos Rogério disputaria o segundo turno contra Adailton Fúria ou contra
Hildon Chaves, pela pesquisa Veritá.
ATÉ
AGORA, CAMPANHA NÃO TEVE BAIXARIA, MAS APENAS UM CASO MAIS SÉRIO DE TRAIÇÃO. JÁ
A PARTIR DE JUNHO, O QUE VIRÁ?
Não se pode
ainda fazer um prognóstico seguro de como será o tom da campanha para o Governo
de Rondônia. Os três principais nomes não são beligerantes, ao ponto de baixar
o nível. Geralmente, a baixaria vem do entorno e depois é assumida pelas
campanhas. Até agora, contudo, não se pode dizer que qualquer um dos
pretendentes à cadeira de Marcos Rocha tenha extrapolado em suas ações e
declarações.
O único
fato mais importante e digno de destaque neste momento foi a traição cometida
pelo novo prefeito de Cacoal, Tony Pablo, contra seu ex-aliado de muitos anos,
Adailton Fúria,. Mas não se pode dizer que houve alguma baixaria. Houve apenas
ingratidão. Daquelas que doem, mas não mais que isso.
Fúria deu
umas alfinetadas em Marcos Rogério. O senador não respondeu diretamente, mas o
fez através de aliados e de veículos da mídia que o apoiam. O episódio do vereador do PL que foi
filmar a casa de Fúria, ao menos até agora, não passou de comédia Pastelão.
Já Hildon
Chaves também ainda não usou qualquer arsenal contra seus adversários. Na
primeira vez que disputou a Prefeitura, uma frase sua (“conheço um criminoso em
cinco minutos de conversa!”) caiu nas graças do povão e o ajudou a eleger-se.
Como ainda
é muito cedo e muita água ainda vai
rolar até as convenções que oficializarão as candidaturas, neste momento está
todo o mundo ainda pisando em ovos e tendo cuidados. Mas a partir de junho...
ROCHA ATUA NOS BASTIDORES DA POLÍTICA E QUER O HEURO, MAS PARECE VIVER MOMENTO DE TRISTEZA POR NÃO CONCORRER
Silente.
Apenas gravando vídeos, em função de ações do seu governo ou, ainda, aqui e
ali, participando de solenidades oficiais, mais no interior do que na Capital.
Poucos pronunciamentos públicos, muita introversão e distância da mídia. É
assim que está o governador Marcos Rocha, neste momento que antecede o último
mês inteiro do seu governo de oito anos, o Dezembro que se aproxima, célere.
Sempre
pra cima, distribuindo sorrisos e quase nenhum demonstrando baixo astral, até
agora, Rocha está num período introspectivo, certamente ainda triste pelo fato
de que não vai participar da eleição, em busca de uma cadeira ao Senado, seu
projeto político que tinha tudo para ser vencedor e que acabou não indo em
frente, em função dos conflitos com seu vice, Sérgio Gonçalves.
Mesmo
assim, Rocha está à frente do projeto político da sua sucessão. Ele está
montando toda a estratégia do PSD, partido que comanda no Estado e preparando o
caminho para que seu candidato a sucessor, Adailton Fúria, consiga seu
objetivo.
Foi
Marcos Rocha, aliás, quem conseguiu convencer o empresário e apresentador
Everton Leoni a ser o candidato a vice na chapa liderada por Fúria. A escolha teve
também a mão do experiente Expedito Júnior, mas a participação de Rocha no
convencimento de Everton foi
fundamental.
Agindo agora mais nos bastidores da política, o Governador, contudo, não tira os olhos de seus planos para a reta final de mandato. A compra da área pra o Hospital de Urgência e Emergência, na zona leste de Porto Velho, é a grande prioridade.
CANEDO ORIENTA SOBRE COMO OBTER FINANCIAMENTO PRIVADO DE CAMPANHA ATRAVÉS DA “VAQUINHA VIRTUAL”
Atenção
candidatos! Não é apenas pelo Fundo Eleitoral que você pode conseguir recursos
para sua campanha. Há uma forma de arrecadação que poucos conhecem. E ela é
explicada pelo advogado Nelson Canedo, um dos maiores especialistas em
legislação eleitoral da nossa região.
Segundo Canedo,
embora desde 2015 seja proibida a doação de empresas e particulares para as
campanhas, há uma forma legal de se conseguir isso. “Há um meio eficiente e
legal para arrecadação de recursos para a campanha. O surgimento do
financiamento coletivo, conhecido popularmente como vaquinha virtual, pode ser
feito, através da interbnet”, explica Canedo.
A
arrecadação pode ser feita através der empresas especializadas, cadastradas
junto à Justiça Eleitoral. Qualquer pessoa física poderá doar neste sistema,
desde que o valor não ultrapasse 10 por cento dos seus rendimentos no ano
anterior à eleição, informa.
A vantagem
deste sistema é a antecipação dos recursos, mas, mesmo arrecadados
antecipadamente, a partir deste 15 de maio, os valores só poderão ser
utilizados pelo candidato depois que ele for aprovado em convenção e abrir sua
conta CNPJ para o pleito.
O conhecido
advogado explica mais detalhes do tema, num vídeo que pode ser acessado pelo
link https://www.instagram.com/reels/C1_xG_zOFwY/
LÁ SE
VAI UMA DAS POUCAS ESPERANÇAS DE QUE O BRASIL PUDESSE ACABAR COM TODA A
CORRUPÇÃO?
Batom na
cueca? Uma das poucas esperanças do Brasil do bem de voltarmos a ter um país
decente, começa a se esvair. O novo escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro e o
Banco Master, mesmo que os pedidos de dinheiro tenham sido feitos antes da
explosão da roubalheira de Daniel Vorcaro, sem dúvida conspurcou uma
candidatura que, até agora, ao menos, parecia imune a toda esta podridão.
Os
lulistas e outros aliados ao Governo, envolvidos até o pescoço em todos os
grandes escândalos das últimas décadas, estão efusivos, radiantes, saltitantes.
Não poderia ter caído no colo deles melhor evento, mesmo que lamentável. Os defensores de Flávio fazem
várias alegações, algumas realmente sólidas, mas é sempre bom lembrar que não
basta à mulher de César ser honesta. Tem que parecer honesta.
Tanto
Ronaldo Caiado (este também atacado pela esquerda, mas ileso até agora) quanto
Romeu Zema, trataram também se lamentar o episódio e cobrar explicações de
Flávio Bolsonaro. Ambos, com zero de ligações com o escândalo do Master, podem
subir nas pesquisas.
Mas,
mais uma vez, o destino parece que quer ver é mesmo nosso país cada vez pior.
Tudo o que aconteceu beneficia, mais que ninguém, ao presidente Lula e seu
projeto de quarto mandato. Parece que os céus não querem mesmo que o Brasil se
livre de tudo o que é de ruim que tem vivido nos últimos anos.
As orações
de milhões de brasileiros, infelizmente, não têm sido ouvidas!
NOSSA CARNE FORA DA UNIÃO EUROPEIA PODE AFETAR PROJETO DE AMPLIAR AS EXPORTAÇÕES DO SETOR DE RONDÔNIA
Rondônia,
mesmo sem ainda vender carne para o Mercado Comum Europeu, será sim prejudicada
com a decisão dos países daquela comunidade mundial em não comprar mais carne
brasileira, a partir de setembro deste ano. Por que? Nosso Estado já vende a
carne aqui produzida para dezenas de países e há pelo menos uma década, há
negociações abertas com o Mercado Comum da Europa, que ainda não haviam sido
concluídas.
A decisão
emanada da entidade que reúne vários países não afeta nosso presente, mas sim o
nosso futuro. E com injustiça. Nosso
carne, chamada de “carne verde”, pelo gado criado apenas no pasto e sem uso de
qualquer produto químico na alimentação, é considerada de alta qualidade.
Contudo, entra no pacote da proibição, porque as exportações são computadas
como nacionais e não regionais.
Nossa
produção de uma carne saudável, aceita em inúmeros clientes mundo afora, nos
coloca em destaque no cenário nacional. Temos hoje o sexto maior rebanho bovino
do país, com 17 milhões de cabeças (nos anos 70, portanto há apenas um pouco
mais de 50 anos, se podia contar o rebanho local nos dedos) e também estamos
entre os maiores exportadores de carne do Brasil.
De
imediato, a decisão do bloco econômico europeu não afeta Rondônia diretamente,
mas, caso não seja revertida a decisão, nossas negociações futuras, que
poderiam significar um salto significativo nas vendas ao exterior, ficarão sim
prejudicadas.
FIERO DIZ QUE FIM DA “TAXA DA BLUSINHA” PREJUDICA A INDÚSTRIA NACIONAL E É NECESSÁRIO DIMINUIR O CHAMADO “CUSTO BRASIL”!
O setor
produtivo não concorda com o fim da chama “Taxa das Blusinhas”, a taxação sobre
importações de produtos até 50 dólares, que o governo brasileiro cancelou,
principalmente em função do ano eleitoral.
Em Rondônia, a Federação das Indústrias (FIERO) avalia que a decisão
“pode provocar impactos na economia nacional, principalmente sobre empresas que
produzem no país e enfrentam custos elevados para manter suas operações”.
A retirada
da cobrança do imposto favorece a entrada de mercadorias estrangeiras no
mercado brasileiro em condições consideradas desiguais. Para a FIERO, “o
cenário amplia a concorrência com produtos importados e reduz a competitividade
da indústria nacional, afetando segmentos que dependem da produção interna para
geração de emprego e renda”.
Na
avaliação da FIERO, a prioridade do governo federal deveria ser a redução do
chamado “Custo Brasil”, conjunto de entraves que encarece a produção no país e
dificulta a disputa com mercados internacionais. “Quando há redução de tributos
apenas para produtos importados, cria-se um tratamento diferenciado às
importações, prejudicando a indústria nacional e desestimulando a produção interna”,
lamenta.
COMBATE
É ACUSADO DE AGREDIR JORNALISTA, SE DEFENDE, MAS A BRIGA ACABA EM OCORRÊNCIA
POLICIAL
O
controvertido vereador Marcos Combate, que tem se destacado nas redes sociais
pela dura oposição ao governo do prefeito Léo Moraes, envolveu-se em mais uma
confusão. Ele é acusado, inclusive através de um Boletim de Ocorrência
policial, de ter agredido um jornalista. Horas depois, divulgou vídeo afirmando
que reagiu à uma tentativa de extorsão.
O caso
teve grande repercussão, com protestos e notas de repúdio de jornalistas e suas
entidades. Na verdade, a confusão entre o vereador e o dono de um site já
vem de longa data, desde que foi encerrada uma parceria entre ambos.
Edeval
Francisco, do site Se Liga Rondônia, segundo Combate, passou a atacá-lo. O
vereador fez outras acusações, que certamente terá que provar. A agressão
aconteceu depois de um bate-boca entre os dois, testemunhada por várias
pessoas.
Combate escolheu um tipo de ação política que não é comum em Rondônia.
Tem sido um duro opositor a Léo, mesmo com a alta popularidade do Prefeito.
Além disso, tem feito críticas também ao Governo do Estado, embora que esta não
seja uma função de um vereador.
Candidato a deputado estadual, Combate se tornou uma voz isolada, mas
até agora não havia ultrapassado sua função. Agredir um jornalista, mesmo que adversário
e inimigo, pode causar sérios danos à carreira de um político novo e que pode
ter futuro, pela forma como atua. Críticas duras sim. Bate boca até se aceita.
Mas agressão, não! Daí não tem como se aceitar.
PERGUNTINHA
Na sua opinião, é correto e moral o
Presidente da República ingressar num evento de grande porte, como a posse do
ministro Nunes Marques, novo presidente do TSE, de braços dados com uma ministra do Tribunal e da Suprema
Corte, que deveria ser distante de autoridades dos demais poderes, por sua
posição, como ocorreu com Cármen Lúcia, em Brasília, nesta terça-feira?
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
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