Quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 - 05h18

É preciso agilizar
Acompanhei pela imprensa a notícia dando conta que a 17ª Brigada de Infantaria de Selva deverá ter instalado em cinco anos no seu QG, em Porto Velho, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, visando combater o narcotráfico, o tráfico de armas e outros ilícitos – como o descaminho – nas regiões fronteiriças de Rondônia e Acre. A medida vem com muito atraso – de várias décadas até – e cuidar apenas das fronteiras terrestres, é pouco, já que os cartéis de drogas da Bolívia, do Peru e da Colômbia, nadam de braçadas em Rondônia desde a instalação do estado e agem também nos rios e espaço aéreo.
Também questiono que espécie de prioridade é atribuída pelo Ministério da Justiça, que deveria implantar um sistema desta natureza com toda urgência, mas falando em evasivos “em até cinco anos”. Nos últimos 10 anos pelo menos dois ministros visitaram o estado prometendo urgência e ações mais rigorosas. Passa o tempo, as coisas são esquecidas - nossas lideranças políticas não se manifestam - e uma onda de violência varre Rondônia e o Brasil por causa das drogas.
“O monitoramento nas fronteiras
é um alento no combate ao narcotráfico em RO”

Como pragas do Egito
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Como nas bíblicas pragas do Egito, Porto Velho e seus distritos padecem com a maior infestação de mosquitos do século. Tanto a população ribeirinha, como nossos habitantes dos bairros mais atingidos na zona urbana atribuem o fenômeno as usinas de Jirau e Santo Antônio. Não bastasse a praga dos políticos que tanto saqueiam os cofres públicos, temos agora mais esta para no atormentar.
A coisa realmente esta feia e as reclamações aumentam a cada dia. Já tivemos até uma paralisação da BR-364 recentemente na região do Abunã por conta dos danos causados ao comércio, ao ramo hoteleiro e a população em geral. Ninguém agüenta, ninguém merece
As voltas com a infestação de carapanãs, a nossa população se depara com a praga das enchentes. Pelo segundo ano, Porto Velho e sua zona ribeirinha devem enfrentar mais uma cheia, mesmo que com menor intensidade daquela de 2014. Uma situação que Rio Branco, a vizinha capital do Acre já vivencia há pelo menos cinco anos seguidos e Manaus pelo menos duas. A situação esta piorando.
“Já tivemos até paralisação na BR 364
e nada é feito para combater a praga”
Maior prejudicado
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Maior prejudicado até agora com a criação de novos partidos, o PMDB se organiza para barrar as pretensões do PL, nova legenda gestada na barriga do Palácio do Planalto, para emergir aumentando a representação da base governista no Congresso Nacional. Nasce a imagem do PSD, uma sigla frankstênica criada pelo ex-Democrata Gilberto Kassab.
O PMDB, que tem o vice-presidente Michel Temer, os presidentes do Senado Renan Calheiros e da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, tem força no Congresso para se garantir e minar as pretensões dos aliados governistas. O PT, no entanto, tem interesse em reduzir a representatividade do PMDB, que já tem a presidente Dilma Rousseff como refém, numa aliança que começa a degringolar.
De qualquer modo, a farra de partidos tem que acabar. Já são mais de 32 e outros três se movimentam para cumprir os requisitos exigidos pela justiça eleitoral e em preparativos para a disputa das eleições municipais do ano que vem. A maior parte das legendas funciona como siglas de aluguel e existem para vampirizar os recursos dos fundos partidários.
“O PMDB esta de olho na criação de novos partidos.
Tem sido o maior prejudicado”
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