Quinta-feira, 26 de novembro de 2015 - 05h07
A saúde em colapso
Durante a semana o tradicional jornal Alto Madeira estampou manchete atribuindo a declaração ao próprio secretário de Estado Williames Pimentel, que a tendência é a saúde de Rondônia piorar
no ano que vem se não for aprovado o CPMF. Ora, piorar o que já é muito ruim na capital e deficiente no interior, é a treva, é o sistema entrar em colapso de uma vez. O que se questiona é se a coisa vai melhorar numa área governamental onde mais se rouba no país.
Em todo o Brasil, os secretários de Saúde estão imbuídos no propósito de pressionar as bancadas federais a aprovar o CPMF, ou algo genérico para cobrir os rombos do governo federal. Daí a coisa fica assim no ano que vem: se a saúde não melhorar seria culpa dos deputados federais e senadores que não querem referendar o abusivo tributo
Havendo CPMF a saúde era ruim, porque os políticos de todas as esferas sempre arrumam um jeitinho de desviar os recursos, principalmente na compra superfaturada de medicamentos. E o que nos garante melhorias na saúde brasileira com a aprovação do famigerado imposto?
Eleições 2016
Com tempos bicudos, os possíveis candidatos a prefeito na capital estão adiando a entrada em campo. Ocorre que quem se anunciou candidatura – como Edgar do Boi (PSDC) e Odacir Soares (PP) - estavam recebendo verdadeiras romarias de pedintes. Eu imagino como serão as mordidas quando a campanha começar para valer, depois das convenções de junho.
Uma travessia
O prefeito Mauro Nazif (PSB) terá um período difícil e de desgaste para enfrentar a partir da próxima semana. Terá que decidir a respeito do aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano-IPTU, o reajuste da tarifa de transporte coletivos e ainda terá pela frente o agravamento das alagações com a chegada do inverno amazônico. Paz agora só no próximo verão.
Barragens em debate
A semana será destinada as discussões em torno dos perigos de rompimento das barragens das usinas, a exigência de um plano de evacuação em Porto Velho, entre outras medidas exigidas dos consórcios das usinas e que não foram cumpridas, como barreiras de contenções na orla do Rio Madeira em Porto Velho e o erguimento de pelo menos três metros da pista da BR-364 na altura de Jacy-Paraná.
Água a baixo
A Defesa Civil de Rondônia estima que se haja rompimento de barragens das usinas, boa parte de Porto Velho seria varrida do mapa. Quase tudo das margens do Rio Madeira a avenida Jorge Teixeira (atual BR- 319) seria levado água a baixo. Ô louco, meu! Moro no São Cristovão, Vou me mudar para Candeias. Lá o tsunami não chega e o Rio Jamari não é de encher tanto...
Na história
Há cerca de 40 anos, com a geada negra no Paraná, o eldorado da época entraria em colapso, começando a nascer com a intensa migração de pequenos colonos paranaenses para cá, um novo eldorado no país: Rondônia. A tragédia na lavoura cafeeira paranaense turbinou o povoamento do então Território Federal na década de 70.
Via Direta
***No Paraná, a Assembléia Legislativa começou a caçar os títulos de Cidadão Honorário da bandidagem *** O primeiro “contemplado” foi o petista José Dirceu *** Revisar as honrarias a criminosos e uma boa dica aqui para Rondônia também *** Trocando de saco para mala: os institutos de pesquisas estão em campo para auscultar as possibilidades dos prováveis nomes a disputa da prefeitura de Porto Velho *** Mas cada um puxa a brasa para sua sardinha...
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