Terça-feira, 14 de julho de 2015 - 05h40

A sinalização da Hidrovia
A privatização da hidrovia do Madeira, que já é tratada á 90 dias pelos deputados estaduais e vereadores em Manaus – mas que em Rondônia, a grande interessada à discussão nem começou – começa a dar os primeiros passos.
No final de semana foi assinado pelo comando do 9º Distrito Naval e Departamento Nacional de Infraestrutura de Tranportes-Dnitt, o Termo de Execução Descentralizada para a sinalização do transportes de cargas do Rio Madeira. Com isto o transporte fluvial ficará até 40 por cento mais rápido entre Porto Velho e Manaus.
O termo estabelece a sinalização náutica, balizamento do rio e produção de cartas náuticas. Na parceria entre a Marinha e o Dnitt, a primeira entrará com a mão de obra e o segundo com recursos financeiros. O projeto tem como objetivo, além de reduzi o tempo de percurso dos viajantes a segurança de todos que trafegam pelo Madeira. A sinalização é importante por causa dos obstáculos, como bancos e areia – aumentou com os sedimentos das usinas -, margem estreita, etc.
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Articulistas internacionais já especulam uma “bolha” chinesa se encaminhando. Na conjuntura atual, o Brasil depende muito da compra da soja e Rondônia vive a expectativa do financiamento da Ferrovia Transoceânica. A desconfiança de que os acordos assinados recentemente não sejam cumpridos só tende a aumentar já que calotes chineses têm sido uma tônica desde a década passada.
A geada negra
O que tem a ver a geada negra, ocorrida há 40 anos no Paraná – o tema é assunto da imprensa daquele estado no final de semana - e que dizimou todos seus cafezais, com nossa amada Rondônia? Tudo a ver. Foi por causa dela que se acelerou a migração paranaense para cá. No Cetremi, em Vilhena, na contagem de migrantes, mais de 50 por cento dos que chegavam naquela época eram oriundos do Paraná.
Sinuca de bico
Por falta de planejamento e as extensões de seus reflexos, a prefeitura de Porto Velho apanha feio na transição da escolha de novas empresas de transportes coletivos. O nó da confusão esta no desemprego de 1.200 funcionários que vão para o olho da rua. Outro problema, é que com toda confusão criada e as atuais empresas já afastada, a categoria não tem com quem negociar o reajuste anual.
Tapa na cara
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É um tapa na cara do povo de Rondônia o fato de um importante secretário fechar hotel, casa de show e construtora, dando canos milionários nos investidores de edifícios rachados e condenados – seria ele parente do Sergio Naya? – e já em preparativos de transferência (ou fuga?) para Natal, no Rio Grande do Norte. Que a justiça aja logo, pois temos uma operação calote em andamento.
Barbaridades

A equipe de televisão de uma importante rede que tem levantado as barbaridades de vereadores, deputados e governadores da Amazônia, ficou perplexa mesmo é com o que se viu nas prefeituras da região. Tem prefeitos pagando propinas a vereadores e superfaturando desde pãozinho francês, além de usar notas fiscais adulteradas. E tem o caso das “estradas papel” em Rondônia...
Via Direta
*** Vários prefeitos rondonienses estão chorando as mágoas com recentes perdas no Fundo de Participação dos Municípios –FPM *** A chiadeira aumenta tendo em vista seguidas reduções de recursos oriundas de emendas parlamentares *** Trocando de focinho de porco para tomada: O que a prefeitura de Porto Velho pretende fazer com aquele cartão postal as avessas existente na região do Cai N’água?
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FOTO IVO FEITOSA
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