Domingo, 30 de setembro de 2012 - 09h04
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Agora estamos a poucos dias do pleito de 7 de outubro e eu abro a seção desta coluna, mantendo informação anterior, de que ao invés de crescimento, como divulgou o Ibope na sua pesquisa punida pela justiça, o candidato Lindomar Garçon (PV) vem perdendo intenções de votos nas últimas semanas. A tendência é de queda, não de crescimento e ele deve estar atento aos concorrentes em curva ascendente, para não perder uma vaga no segundo turno.
Este ano os institutos tem sido pródigos na manipulação dos números. Como podem estar a frente, ao mesmo tempo Garçon e Mariana? Pois é assim que o Ibope e o instituto Phoenix pesquisaram na capital. Evidentemente um deles esta mentindo – ou até mesmo os dois - e deveriam ser punidos como farsantes..jpg)
A grande verdade é que Porto Velho terá eleição em dois turnos e ninguém disparou assim como sugere o Ibope – quase 30 por cento – com chances de liquidar a parada em primeiro turno, como diz Garçon. Muito pelo contrário, temos embolamento com cinco candidatos, alguns em curva ascendente, outros em queda livre.
Mas coisas bizarras nas pesquisas eleitorais já não exclusividade da capital em campanha. Em Ariquemes os institutos fizeram o milagre da multiplicação de líderes, e sendo assim cada candidato, em diferente instituto é líder. Vale liderança para Lourivaldo Amorim, para Saulo da Daniela e Adelino Folador. Vende-se a pesquisa de acordo como o freguês, como se vê em todas as paróquias rondonienses. Falta um Procon contra os institutos.
Nada mais apelativo, o que ocorreu em Ji-Paraná, aonde Jesualdo Pires (PSB) é tido como um dos campeões de votos percentualmente em todo estado, como Alex Testoni, Cesar Cassol em Rolim de Moura. Lá, na capital da BR, um tal instituto Podium inverteu as posições: Solange Pereira (PMDB) passa ser a “líder”, e Jesualdo mero figurante. É coisa de louco.
Pesquisa eleitoral virou caso de polícia, mas os donos de institutos não são tão loucos a ponto de rasgar dinheiro. Na maioria dos casos, nos últimos dias de campanhas eles refazem as contas e colocam os números mais aproximados da realidade para não serem acusados de mentirosos como tem ocorrido com o Ibope que já errou a favor e contra de candidatos ao governo, Senado e a prefeitura de Porto Velho nas últimas décadas.
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