Terça-feira, 29 de janeiro de 2019 - 20h30

Atacar a imprensa agressivamente
funciona para manter a bolha ideológica ou a seita unida, como acontece com o
presidente Trump, mas é péssimo para o Brasil, cuja imagem no exterior era a de
Carnaval e agora é a de um bando de sádicos devastando florestas e matando
índios.
O Itamaraty precisará urgentemente
de uma política de relacionamento com a comunidade mundial que além do sábio
convite feito pelo presidente Jair Bolsonaro para que todos visitem a Amazônia
e da igualmente sábia decisão de manter o Brasil no Acordo de Paris apresente
com boa informação e transparência a verdadeira realidade nacional.
Não se pode fechar os olhos para o
fato de que a grande imprensa mundial, repercutida pelas agências noticiosas e
formadores de opinião, projeta uma imagem negativa do Brasil.
Para quem quer atrair turistas e
investidores, é elementar superar obstáculos que desestimulam e travam o
desenvolvimento da economia e abalam a paz, como a insegurança no RJ e os
ataques criminosos no Ceará.
Em igual medida, é preciso conter os
atritos entre ministros e assessores com as ongs em geral e também com
organizações oficiais e acadêmicas quanto aos acontecimentos, perspectivas e
potenciais da Amazônia.
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Político avestruz
Porto Velho produziu nas últimas
décadas um bando de políticos avestruz, aquele bicho que esconde a cabeça na
terra deixando de ver o que acontece nos arredores. A cidade padece com as
cracolandias, o porto Cai N’Água virou um antro de marginais, o centro histórico
relegado a um segundo plano, o Pronto Socorro João Paulo transformado num circo
de horrores. E ninguém vê nada, ninguém toma providências.
As lideranças
As vésperas da eleição que deverá
reconduzir o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) a presidência da Câmara dos
Deputados, onze partidos dos 23 com assento naquela casa de leis já apontaram
seus líderes. Mas sete agremiações, com bancadas inferiores a cinco deputados
não terão direito a compor lideranças, conforme as novas regras no Congresso.
Água e esgoto
Depois de dois anos de gestão o
prefeito Hildon Chaves (PSDB) começa a equacionar o grave problema de saneamento
básico da cidade de Porto Velho, cujas obras de água e esgoto pretende realizar
através de Parcerias Público Privada-PPP. O abacaxi foi herdado das gestões
anteriores até ser transferido á municipalidade atual pelo então governador
Confúcio Moura.
Corte de gastos
Embora com um governo superavitário,
e fora da lista dos estados que devem até as cuecas, como RJ, RGS, Goiás e
Minas Gerais, Rondônia anuncia um corte de 20 por cento dos gastos considerados
essenciais, incluindo publicidade. Neste último quesito o novo governo atual já
foi mais rígido, mas brigar com os meios de comunicação, seria uma parada muito
dura para quem esta apenas começando.
Caos completo
Não bastasse a saúde publica em
colapso, a paralisação dos penitenciários causando uma grande insegurança à
população de Porto Velho, a greve no sistema de transportes coletivos tornou a
capital num caos que deverá aumentar com o inicio das aulas na próxima semana.
Urge que as autoridades encontrem soluções já que o povão e o comércio estão
pagando o pato.
Via Direta
*** Alguns prefeitos rondonienses afirmam que 2018 foi melhor do que
2017 com relação ao rateio do Fundo de Participação dos Municípios -FPM ***São indícios de melhoras na economia estadual
calcada pelo agronegócio *** Pelo menos
duas Vants –Veículos Aéreos Não Tripulados comprados para a vigilância do espaço
aéreo brasileiro estão parados na fronteira do Brasil com o Paraguai ***
Tudo pela falta de recomposição de peças que são importadas de Israel.
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