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Comitê Orientador do Fundo Amazônia retoma trabalhos e tem o presidente da FIERO, Marcelo Thomé, como membro efetivo


Comitê Orientador do Fundo Amazônia retoma trabalhos e tem o presidente da FIERO, Marcelo Thomé, como membro efetivo - Gente de Opinião

O Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé, que também é  Presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade (COEMAS) da Confederação Nacional da Indústria, foi formalizado pela CNI como membro efetivo do Conselho Orientador do Fundo Amazonas e já participou da reunião que retomou seus trabalhos, realizada na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, e coordenada pelo seu presidente, Aloísio Mercadante, e pela Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima Marina Silva.

“O setor produtivo, os empresários e as empresas da Amazônia, conhecem a realidade e os desafios da economia amazônica, com as particularidades de seus estados e microrregiões. Portanto, temos um papel importante na transição para uma economia verde, superando modelos predatórios e dando a Amazônia uma base econômica sustentável, apoiada na sua própria realidade e nas demandas de suas comunidades tradicionais, ribeirinhas, rurais e urbanas”, afirma ele.

Na ocasião, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, apresentou resultados recentes e propôs indicações para a governança sobre o Fundo Amazônia, que foi criado em 2008, mas estava suspenso desde 2019, e retomado agora via decreto presidencial, e volta a financiar ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento. Capitalizado pela Noruega e a Alemanha, o Fundo vem conquistando a adesão de países potentes como os Estados Unidos, França e outros países europeus, que sinalizaram participação. Pelo Brasil, o próprio BNDES anunciou a doação de R$ 3,3 bilhões.

Nesse encontro, também foi anunciada a retomada do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), que tem como objetivo reduzir de forma contínua o desmatamento e criar as condições para a transição para um modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal.

O Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA) é composto por representantes do governo federal, governos estaduais e sociedade civil, e tem a atribuição de estabelecer as diretrizes e critérios para aplicação dos recursos do Fundo Amazônia, bem como acompanhar as informações sobre a aplicação desses recursos e aprovar seus relatórios de Atividades. Ao COFA cabe ainda o papel de zelar pela fidelidade das iniciativas apoiadas pelo Fundo Amazônia, que vai atuar contemplando as emergências ambientais e sociais, e assumindo o resgate do controle do território, combatendo queimadas, garimpos ilegais e o desmatamento, que está datado para ser eliminado até 2030.

“O Fundo Amazônia é a afirmação mais clara da oportunidade histórica que temos para promover o desenvolvimento econômico na Amazônia, com sustentabilidade ambiental e justiça social. Para o Brasil ser protagonista em uma nova economia mundial de baixo carbono, precisa tornar a Amazônia protagonista na economia brasileira. O setor produtivo tem papel fundamental nesse desafio e está atento à agenda do desenvolvimento sustentável que o Governo Federal está colocando de forma prática, objetiva e viável com ações como a retomada do Fundo Amazônia”, conclui Marcelo Thomé, que ressalta a relevância da atuação do Instituto Amazônia+21, associação formada por nove federações das indústrias dos estados da Amazônia Legal, para promover negócios sustentáveis na região e contribuir para o seu desenvolvimento econômico sustentável, com foco na valorização da diversidade social, ambiental e econômica com oportunidades de trabalho e renda para os 30 milhões de brasileiros que vivem na região amazônica.

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