Sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024 - 10h10

O docente
do núcleo de engenharias da Faculdade Metropolitana Maicon Maciel Ferreira de
Araújo integra uma equipe de professores pesquisadores composta por Elias
Martins de Oliveira e Mauro G. F. Bezerra. Um grupo de pesquisadores em
Rondônia por meio de uma prática colaborativa, tem buscado primar pelo
aperfeiçoamento da qualidade de ensino. Para isso, conta com profissionais
capacitados, dispostos a trazer o diferencial para as unidades escolares. O
artigo científico intitulado “Construção e análise de uma mini bobina Tesla
como elemento de suporte educacional”, publicado na revista The Brazilian Journal
of Development.
A
publicação do artigo na revista científica, feita no início de fevereiro deste
ano, só ratifica a relevância do trabalho de pesquisa e a eficácia de sua
aplicação. Foram 3 meses de construção da bobina, seguido de um mês de testes
de bancada, um mês de aplicação nas escolas e um mês de escrita. O artigo
objetiva apresentar a construção de uma bobina de Tesla com materiais de baixo
custo, para ser usado como ferramenta didática pedagógica.
“A intenção do artigo é contribuir para a facilitação da aprendizagem dentro de um tema da física, que não é tão disseminado por vias experimentais, campo magnético de uma bobina tesla”, destacou o pesquisador.

Elias Martins comenta que a experiência científica vai permitir ao aluno a manipulação e visualização do experimento, ou seja, vão além dos livros, realizando aulas práticas e na modalidade de ensino remoto com os alunos. “Essa abordagem pode ser explorada tanto no ensino Médio, quanto para graduação em Engenharia Elétrica. A diferença está no grau de profundidade teórica e a expertise experimental que desejamos exploramos com os discentes”.
O experimento elaborado pelas equipe, permite que o aluno pratique a manipulação na sala de aula, aproximando o Gaussímetro (sensor magnético); terá a capacidade de perceber os fenômenos de magnetização e ionização, já que o estudante também poderá aproximar uma lâmpada fluorescente e vê-la iluminar-se , o experimento pode ser aplicado tanto de forma demonstrativa-qualitativa, quanto quantitativa já que permite que o estudante faça a aferição em diferentes circuitos de raios distintos do campo magnético. A medida do campo magnético também mostra-se diferente conforme se altura a altura da base de acrílico, mostrando ao estudante que a bobina apresenta magneticamente um efeito de borda.
“A nossa proposta, hoje, para o ensino é trazer esse experimento que tem como novidade em si é buscar estimular ao estudante manipular o experimento com o sensor e alterando parâmetros como raio do círculo ou altura da base. Chegando a conclusão que haverá um decréscimo desse campo conforme se aumenta essa distância”, enfatizou.

De acordo com Maicon Maciel, a aplicação desse produto educacional é recomendável para os estudantes que estejam na etapa final do Ensino Médio, podendo ser ampliado à área acadêmica do curso de Engenharia Elétrica, entre as disciplinas de Física III, Circuitos Elétricos e Teoria Eletromagnética. O que vai facilitar o processo de ensino e aprendizagem sobre conceitos como campo magnético , circuitos elétricos e sensores.
A Faculdade Metropolitana reafirma seu apoio às iniciativas de pesquisa e desenvolvimento de ferramentas didáticas, como a mini bobina Tesla, através do apoio de docentes comprometidos com a excelência educacional. Essa abordagem reflete o compromisso da instituição com a inovação pedagógica e o aprimoramento contínuo da qualidade de ensino.
Link do artigo:
https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/67007
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