Domingo, 3 de fevereiro de 2008 - 18h11
O governador amazonense Gilberto Mestrinho foi crucificado pelos ecologistas, muitos deles, com certeza, a serviço de interesses terceiros, porque quando a quantidade de jacarés na região de Nhamundá cresceu muito, mandou abater algumas feras. ‘É melhor matar um jacaré do que deixar o bicho comer o caboclo’, dizia Gilberto, enquanto ecoidiotas vociferavam, talvez porque o sáurio não estava rondando pelas praias de Copacabana.
Cheios de uma filosofia anti-amazônica, participantes de um Fórum global acerca da região, aquelas reuniões feitas em locais bem distantes deste ‘Inferno Verde’, disseram que ‘entre o homem e o pirarucu, ficariam favoráveis ao peixe’.
Simeão Tavernard, paraense de nascimento, porto-velhense de adoção, me diz, ao ver a notícia na TV: ‘Lúcio, isso é porque esses caras nunca comeram um pirarucu desfiado. Se tivessem comido vai ver que mudavam de opinião’.
Eu, que gosto de peixe do jeito que ele venha, concordei.
Fonte: Lúcio Albuquerque
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Os possíveis impactos do fenômeno climático Super El Niño em 2026 e as estratégias de prevenção, combate e resposta a incêndios florestais e eventos

Manaus sedia lançamento de obra nacional sobre justiça climática e socioambiental
Manaus foi palco, nesta terça-feira (09/06), do lançamento da obra coletiva que documenta a atuação da Defensoria Pública na Conferência das Nações

Fenômeno natural El Niño aumenta risco de queimadas durante a estiagem em Porto Velho
Estudos realizados pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e demais órgãos de monitoramento climático apontam

A Semana do Meio Ambiente segue reunindo uma série de ações voltadas à conscientização ambiental e à preservação dos recursos naturais em diferentes
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)