Domingo, 31 de maio de 2026 - 12h10

A ABCB divulgou nota
oficial sobre a presença de búfalos na Reserva Biológica do Guaporé, em
Rondônia, e defende que o caso seja tratado como um desafio ambiental
específico, sem generalização sobre a bubalinocultura brasileira. A entidade
afirma que a situação decorre da ausência de manejo ao longo do tempo e não representa
a criação produtiva conduzida com controle sanitário, zootécnico e bem-estar
animal.
Nossas fontes podem explicar por que o caso de Rondônia não representa a
bubalinocultura brasileira e como a atividade, quando conduzida com manejo
técnico, controle sanitário, acompanhamento produtivo e bem-estar animal,
contribui para a produção de carne, leite e derivados, além da geração de renda
no meio rural.
ABCB defende abordagem técnica para búfalos na Reserva do Guaporé
Entidade afirma que caso em Rondônia deve ser tratado como desafio ambiental
localizado e não representa a bubalinocultura produtiva brasileira
A Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) manifestou-se sobre a
presença de búfalos na Reserva Biológica do Guaporé, em Rondônia. Em nota
oficial, a entidade afirmou que a situação deve ser tratada como um desafio
ambiental específico e localizado, sem associação direta com a bubalinocultura
brasileira conduzida com manejo técnico, controle sanitário e acompanhamento
produtivo.
Segundo a ABCB, os animais existentes na região têm origem em iniciativas de
introdução produtiva realizadas na década de 1950, quando búfalos foram levados
ao estado com o objetivo de fomentar a produção de carne e leite. Com a
descontinuidade dessas ações, parte dos rebanhos passou a se reproduzir sem
manejo, controle populacional, acompanhamento sanitário ou avaliação
zootécnica, formando populações não manejadas em áreas que hoje integram
unidades de conservação.
A entidade reconhece que a presença de animais sem controle reprodutivo ou
sanitário, independentemente da espécie, pode provocar impactos ambientais e
riscos à sanidade. “A situação registrada em Rondônia não representa a
bubalinocultura brasileira conduzida de forma técnica, produtiva e responsável”,
salienta a entidade.
Por isso, a associação avalia que o enfrentamento do caso exige estudos
técnicos, monitoramento ambiental e sanitário, critérios científicos, respeito
à legislação e protocolos adequados de bem-estar animal. “O tema deve ser tratado
como um desafio ambiental específico e localizado, com atuação coordenada dos
órgãos competentes”, diz a nota.
A ABCB também ressalta que a bubalinocultura regular no Brasil segue práticas
de manejo produtivo, bem-estar animal, eficiência econômica, controle
zootécnico e sanidade dos rebanhos. A atividade é voltada à produção de carne,
leite e derivados, com presença em diferentes regiões do país e participação na
geração de renda no meio rural.
No entendimento da associação, a condução do caso em Rondônia deve considerar
controle populacional e medidas de mitigação dos impactos identificados. “A
ABCB coloca-se à disposição para contribuir tecnicamente com o debate, por meio
do compartilhamento de conhecimento sobre manejo de bubalinos e apoio à construção
de soluções viáveis, responsáveis e alinhadas ao interesse público”, informa o
comunicado.
A entidade reforça que a situação registrada na Reserva Biológica do Guaporé
não deve ser confundida com a bubalinocultura produtiva brasileira. Para a
ABCB, o caso decorre da ausência de controle ao longo do tempo e exige atuação
técnica, institucional e baseada em evidências.
NOTA OFICIAL
A Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) acompanha com atenção
a situação envolvendo a presença de búfalos na Reserva Biológica do Guaporé, em
Rondônia, e reforça que o caso não representa a bubalinocultura brasileira
conduzida de forma técnica, produtiva e responsável.
Os animais existentes na região têm origem em iniciativas de introdução
produtiva realizadas na década de 1950, quando búfalos foram levados ao estado
com o objetivo de fomentar a produção de carne e leite. Com a descontinuidade
dessas ações ao longo do tempo, parte desses animais passou a se reproduzir sem
manejo, controle sanitário ou acompanhamento zootécnico, formando populações
não manejadas em áreas que hoje integram unidades de conservação.
A ABCB reconhece que a presença de animais sem controle populacional,
reprodutivo ou sanitário, independentemente da espécie, pode gerar impactos
ambientais e riscos sanitários. Por isso, entende que a situação observada em
Rondônia deve ser tratada como um desafio ambiental específico e localizado,
que exige avaliação técnica, critérios científicos, respeito à legislação
ambiental e protocolos adequados de bem-estar animal.
A entidade ressalta que a bubalinocultura regular no Brasil segue práticas de
bem-estar animal, eficiência econômica, manejo sanitário, controle zootécnico e
acompanhamento produtivo. Trata-se de uma atividade organizada, voltada à produção
de carne, leite e derivados de qualidade, com importância econômica e social em
diferentes regiões do país.
Nesse contexto, a ABCB considera fundamental que o enfrentamento do problema
seja conduzido pelos órgãos competentes com base em estudos técnicos,
monitoramento ambiental e sanitário, controle populacional e mitigação dos
impactos identificados.
A Associação Brasileira de Criadores de Búfalos coloca-se à disposição para
contribuir tecnicamente com o debate, por meio do compartilhamento de conhecimento
sobre manejo de bubalinos e apoio à construção de soluções viáveis,
responsáveis e alinhadas ao interesse público.
Por fim, a ABCB reafirma que a situação registrada na Reserva Biológica do
Guaporé não deve ser confundida com a bubalinocultura produtiva brasileira, mas
compreendida como um caso complexo, decorrente da ausência de controle ao longo
do tempo, que exige atuação coordenada, técnica e institucional.
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