Terça-feira, 26 de maio de 2026 - 08h10

A supressão,
determinada pelo TRE, da apropriação do sobrenome Bolsonaro, digamos autorizada
pelo chefe do clã, pode transformar novamente Bruno Scheid em ilustre
desconhecido em Rondônia. Ou lançá-lo de volta à realidade de mero oportunista.
Mais um entre tantos paraquedistas que por aqui já aterrissaram em períodos
eleitorais. Não bastasse a queda de Flávio nas pesquisas. A proximidade do
candidato com a família Bolsonaro já complica suficientemente suas
perspectivas. Ademais, o povo não é necessariamente besta. E sabe que não se
deve colocar todos os ovos em um cesto só. É aí que o nome de Confúcio Moura se
fortalece.
Importa pouco
então que Bruno tenha sido indicado candidato pelo
próprio ex-presidente. Ou até por isso mesmo. Carlos Bolsonaro também foi, lá
em Santa Catarina. E as coisas não andam lá muito bem para suas pretensões. Uma
rebelião no PL, liderada pela deputada Carol de Toni, que tinha sido excluída
do processo para ceder a vaga ao vereador doidão acabou tirando a vaga do atual
senador Esperidião Amin, do PP. O problema é que Carol de Toni lidera as
pesquisas e Carlos ocupa a terceira colocação, atrás de Esperidião.
A bem da
verdade, tivesse Bruno “ex Bolsonaro” algum mérito a
credenciá-lo à postulação de uma vaga no Senado, a decisão da Justiça Eleitoral
poderia ter lhe prestado um grande favor. Especialmente em função da molecagem
feita por Flávio com o nome da família no golpe de R$ 61 milhões que aplicou em
Daniel Vorcaro. Valor que poderia chegar a R$ 123 milhões não fosse o
fechamento do banco e prisão do banqueiro. Foi em busca do troco de “módicos”
R$ 62 milhões que o candidato fez aquela vergonhosa jura de amor eterno a
Vorcaro. Pior: foi cobrá-lo em casa, apesar da prisão domiciliar, com
tornozeleira e tudo o mais.
Flávio
conseguiu a inimaginável façanha de se transformar num
verdadeiro “dark horse” paraguaio, à conta de um filme com 90% do orçamento
consolidado pelo dinheiro dos golpes de Borcaro, segundo a produtora. Diz a IA
do Google, a propósito, que a principal tradução de “dark horse” para o
português é azarão, coisa que Flávio insiste em confirmar. . A expressão também
pode ser traduzida de forma descritiva como concorrente inesperado, candidato
surpresa ou competidor improvável. Cabe recurso contra a decisão do TRE que
proibiu o uso do sobrenome por Bruno Scheid. Mas será que vale à pena???
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
MÃE - Elsa Matzenbacher Machado
No dia 23 de maio que passou, meu pai, se vivo estivesse, completaria 108 anos. Ele já partira para a eternidade no ano de 1981. Da minha gênese per

Flávio é o pesadelo da direita
Como explicar mancha de batom na cueca? Respostas para a coordenação de campanha de Flávio Bolsonaro. Para lembrar: ele viajou aos EUA na tentativa

Flávio Bolsonaro é muito esperto!
Ele fez o diabo produzir dinheiro antes mesmo da eleição do pai. Conseguia tirar leite de vaca pintada. E convenceu o pai a indicá-lo como candidato

A verdade não rende dividendos. Nem votos
Embora hilário e muito adequado às características conhecidas dos personagens desse diálogo, não consta que de fato ele tenha ocorrido. Nancy Astor,
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