Terça-feira, 10 de março de 2009 - 05h59
O Secretário da Sedam explicou que o cancelamento da licença não foi um ato de retaliação e que mesmo com o cancelamento, nada se altera no curso da obra de Jirau. Disse ainda que o cancelamento tanto poderia ter ocorrido antes, agora – como ocorreu – ou daqui a um ou dois anos. Ora, ora, ora, se a licença “não inflói, nem contribói”, se o MP não mandou que a Sedam cancelasse a licença, se os estudos sobre o lago que vai ser formado ainda estão em andamento, se as medidas mitigadoras já foram previamente ajustadas para as obras, se tudo enfim está nos eixos – menos o eixo da barragem – por que então o cancelamento? Das duas, três: houve retaliação, constrangimento e impropriedade da hora. É o que parece. CLIQUE, LEIA E COMENTE A COLUNA "POLÍTICA & MURUPI" DO JORNALISTA LÉO LADEIA.
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