Segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 - 12h59
A menos de dez dias da eleição para escolha de sua nova diretoria, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaúde) chega ao final de mais uma gestão encalacrado em dívidas, metido num tremendo apuro financeiro. Dentre outras, o atual presidente, Caio Marin, se vê enredado numa dívida com um escritório de contabilidade, que vem sangrando fundo e minando de morte as conbalidas finanças do sindicato, que é o segundo maior em número de filiados e, consequentemente, em arrecadação do estado de Rondônia.
A dívida, que teve origem em 2008, com a contratação do escritório Contabilidade Independência S/C para proceder a revisão dos cálculos de atualização monetária e juros de uma ação vencida pelo sindicato para recebimento de diferenças do Plano Bresser, ainda sob a gestão do ex-presidente Silas Neiva, passou toda a gestão do atual presidente Caio Marin e não foi paga. Saltou de algo em torno de R$ 1,5 milhão, para a casa dos R$ 4 milhões, hoje. Praticamente toda a receita obtida pelo sindicato por meio do desconto dos servidores da área da saúde é drenada para o escritório credor. A sangria nas contas aproxima-se dos R$ 280 mil mensais só com essa dívida.
Hoje, por conta da “gestão temerária”, como acentuou o juiz Jorge Luiz Gurgel do Amaral, na sentença que condenou o sindicato ao pagamento do escritório de contabilidade, por mais que os filiados tenham a contribuição sindical devidamente descontada do salário, não têm acesso a um dos convênios mais utilizados, o da Redeconv, que garantia principalmente a alimentação em época distante da data de pagamento dos salários. A administradora do convênio teve de entrar na justiça para receber a dívida por meio de bloqueio direto na folha de pagamento. Os filiados sofreram os descontos, mas o dinheiro tomou outros rumos.
Além da Redeconv, um dos maiores paradoxos aconteceu justamente com o plano de saúde. Quem optou pela migração do antigo plano para a Unimed-Fama (Federação das Unimeds da Amazônia) ficou sem o serviço e sem o dinheiro descontado de seus vencimentos.
O descalabro chegou a tal ponto que a própria sobrevivência do sindicato entrou em risco. Falta até dinheiro para as despesas mais elementares, como água, luz, telefone, internet, material para limpeza e manutenção, incluindo ainda pendências de consequências mais graves, como a inadimplência com encargas fiscais e previdenciários, que impede a obtenção de certidão negativa, além de ficar vulnerável e exposto a outras punições legais.
Indiferente a tantos problemas, o presidente Caio Marin ainda está disposto a disputar a reeleição, empreitada que ficou mais difícil depois que a juíza do Trabalho, Elisa Augusta de Souza Tavares, desmontou a tentativa de fraude, pela qual Marin pretendia dificultar o acesso dos filiados à votação e ainda o registro de novas candidaturas. Detectada a manobra, a magistrada determinou a criação de uma comissão eleitoral, composta por membros das três chapas.
Fonte: valbran junior
Terça-feira, 23 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Prefeito Léo Moraes declara apoio a Marcos Rogério para o Governo de Rondônia
A pré-candidatura do senador Marcos Rogério (PL) ao Governo de Rondônia ganhou um importante reforço político na noite desta segunda-feira (22), dur

Na manhã desta segunda-feira (22), a Assembleia Legislativa de Rondônia realizou uma Sessão Solene proposta pelo deputado estadual Ismael Crispin (P

Dia Internacional do Leite destaca importância da cadeia produtiva para a economia de Rondônia
Celebrado mundialmente em junho, o Dia Internacional do Leite chama atenção para a importância de uma das principais atividades da agropecuária e

Célio Lopes lança manifesto e pré-candidatura a deputado federal
O advogado e pré-candidato a deputado federal Célio Lopes (União Brasil) lança, nesta terça-feira, 23, o manifesto “Perto de quem espera”, documento
Terça-feira, 23 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)