Quinta-feira, 11 de abril de 2019 - 09h29

O governo fora proibido de rememorar a data
da contra revolução que libertou o Brasil do nefasto jugo do comunismo odiento
e fracassado! Decisão esquisita, sem fundamento jurídico, sem respaldo nem bom
senso, tanto que se transformou em sentença anulada.
Eu,
e milhões de brasileiros, continuaremos a celebrar a data de 31 de março, posto
representar ações cívicas e militares que reconduziram o nosso país na direção
correta, liberto de vermes e abutres.
Além
do mais, me ufano das conquistas obtidas a partir dos governos militares, que
tinham rumo desde Castelo Branco, indicado por planejamento estratégico, planos
de ação, objetivos e metas, visando alcançar resultados sócio-econômicos.
Naquele
tempo, como diriam os evangelistas, pensava-se grande, com foco no tático e no
operacional, com vistas ao sucesso daquilo que planejado fora. Mirava-se ainda no
curto, médio e longo prazos. Parece que aqueles bons tempos estão retornando...
Daí
o sucesso nas gestões que começaram com Castelo Branco, passando por Costa e
Silva, Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo.
O
Brasil teve um rumo na direção da ordem, do progresso e da afirmação cidadã. Na
outra ponta, o comunismo acabou na URSS e fracassou em Cuba, na Venezuela etc.
Já
a partir de março de 1985, o caos foi inoculando no sangue da Pátria Amada; a
ausência de comando, a patifaria, a incompetência, os desmandos e a inércia...
dentro da falsa lógica de que: “50% dos problemas não têm solução; os outros
50% revolvem-se por si só”. Então não faziam nada, não agiam, e o país começou
a afundar...
Celebrar
a ausência de comando, a patifaria, a incompetência, os desmandos, a inércia, o
desperdício, a impunidade, o repúdio aos valores da família, o aniquilamento
das demais instituições, o vandalismo dos valores éticos e morais, a negação do
patriotismo e do idealismo, parece que está liberado!
Então,
festejemos a negação do certo e valorizemos a iniqüidade! Elevemos templos ao
fracasso e às ideologias nefastas, à prevaricação e aos maus costumes, ao
desleixo e ao deboche, à eutanásia de um corpo chamado de decência, ao
aparelhamento do Estado, à mutilação da virtude e à prosperidade da vilania!
Aplausos
a esses 34 anos em que enalteceram a mediocridade, aplaudindo a miséria, por
patrocinarem e estimularem a
desigualdade de forma perdulária e paternalista, mediante o fomento da
recessão econômica, pela perda da criatividade que poderia ser remetida à
produtividade, ao tempo em que, por omissão e negligência, criavam os monstros
sociais, que tornaram a nação vítima da truculência dos bandidos mais perigosos
do planeta.
Rememorar
a data virtuosa do 31 de março, não pode. Quem a deseja patrocinar, recebe as
mais eloquentes críticas da parte dos esquerdopatas, falsos tupiniquins. Então,
cantemos hinos e enviemos loas para o fracasso de tudo o quanto esses 34 anos
representaram de angústias, sofrimentos, apatias, decepções, involuções e
atrasos.
Só
assim, esses mercadores da bagunça, os apologistas da negação da virtude, os
escarnecedores do bem, fingidos “apóstolos” da desesperança, ficarão felizes,
bem mais felizes...
Vamos
aplaudir com o mesmo sarcasmo, com o mesmo deboche utilizados pelos fariseus, os
partícipes dessa esquerda perdedora, arcaica, nefasta, que sobrevivem de
lambuzarem-se nas feridas que conseguiram abrir no seio do nosso país e saciarem-se
do sangue do povo honesto que o habita.
Saudemos o 31 de março! Verdadeiro
marco do estabelecimento da democracia na nossa pátria amada, Brasil!
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