Porto Velho (RO) quinta-feira, 18 de junho de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Meio Ambiente

Desmatamento aumentou 60% em todo Estado do Acre


 
No último dia 27, a ONG Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgou o Boletim Transparência Florestal, que apresenta os dados mais recentes do monitoramento independente do desmatamento naquele bioma. Em áreas degradadas, o Acre desmatou mais do que o Estado do Amazonas.

Comparando o desmatamento ocorrido em agosto de 2009 a maio de 2010 com o mesmo período do ano anterior (agosto de 2008 a maio de 2009), houve pequeno aumento de 7% no desmatamento na Amazônia Legal. Em termos relativos, esse aumento foi mais expressivo em Rondônia (71%), no Amazonas (70%), no Acre (60%), seguido pelo Pará (10%). Por outro lado, houve redução de 94% no Tocantins, 34% em Roraima e 19% em Mato Grosso.

Em termos absolutos, o Pará lidera o ranking do desmatamento acumulado com 507 quilômetros quadrados, seguido por Mato Grosso (288 quilômetros quadrados), Rondônia (135 quilômetros quadrados) e Amazonas (127 quilômetros quadrados).

De acordo com o relatório, em abril de 2010, o desmatamento ocorreu principalmente no Mato Grosso (59%), seguido por Pará (23%), Rondônia (10%), Amazonas (6%), e Acre (2%) Por sua vez, em maio de 2010, o desmatamento ocorreu foi mais concentrado no Amazonas (33%), Mato Grosso (26%) e Pará (17%).

Ainda segundo o relatório, em abril, 73% da área desmatada estavam em áreas privadas ou de posse. O restante foi registrado em assentamentos de reforma agrária (15%), terras indígenas (7%) e unidades de conservação (5%).

Em maio, 62% ocorreram em áreas privadas ou de posse, contra 24% em assentamentos de reforma agrária e 14% em unidades de conservação.

Em relação à degradação florestal (florestas que sofreram intensa exploração madeireira ou sofreram fogo florestal), Em maio de 2010, o SAD detectou 48 quilômetros quadrados de florestas degradadas. Desse total, 46% ocorreram em Mato Grosso e 36% no Pará (36%). O restante da degradação ocorreu no Acre (7%), Amazonas (6%) e Rondônia (5%).

Jairo Carioca – Da Redação de ac24horas
Com informações do Imazon.

 

Gente de OpiniãoQuinta-feira, 18 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Bioeconomia, justiça climática, saúde e transição energética pautam programação da Semana do Clima da Amazônia, em Belém

Bioeconomia, justiça climática, saúde e transição energética pautam programação da Semana do Clima da Amazônia, em Belém

BELÉM (PA), JUNHO DE 2026 - A programação da II Semana do Clima da Amazônia contará com uma extensa agenda de eventos autogestionados, que ocorrerão

MPRO discute prevenção a incêndios e possíveis impactos do super El Niño em Rondônia durante reunião no TCE

MPRO discute prevenção a incêndios e possíveis impactos do super El Niño em Rondônia durante reunião no TCE

Os possíveis impactos do fenômeno climático Super El Niño em 2026 e as estratégias de prevenção, combate e resposta a incêndios florestais e eventos

Manaus sedia lançamento de obra nacional sobre justiça climática e socioambiental

Manaus sedia lançamento de obra nacional sobre justiça climática e socioambiental

Manaus foi palco, nesta terça-feira (09/06), do lançamento da obra coletiva que documenta a atuação da Defensoria Pública na Conferência das Nações

Fenômeno natural El Niño aumenta risco de queimadas durante a estiagem em Porto Velho

Fenômeno natural El Niño aumenta risco de queimadas durante a estiagem em Porto Velho

Estudos realizados pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e demais órgãos de monitoramento climático apontam

Gente de Opinião Quinta-feira, 18 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)