Sexta-feira, 24 de abril de 2026 - 14h42

Ao lado da corrupção desenfreada
que domina o Brasil, a insegurança pública certamente será um dos destaques da
campanha presidencial que se aproxima. E, nesse quesito, o governador de Goiás,
Ronaldo Caiado, tem muito o que ensinar, principalmente ao presidente Lula,
cujo governo não avançou um milímetro nessa área, considerada uma das mais
sensíveis e a principal fonte de preocupação de expressiva parcela da população
brasileira.
Afinal, é do governo federal, em
parceria com os governos estaduais, a responsabilidade constitucional de
proteger os cidadãos e zelar pela
segurança deles, independentemente da sua condição social. Infelizmente, não se
observa, na prática, uma preocupação efetiva do governo Lula e de governadores
com a escalada da violência pelos quatro cantos do Brasil, um dos problemas
mais graves do país, ao lado, repita-se, da corrupção.
Já faz algum tempo que pesquisas
de opinião pública apontam para o crescimento descontrolado da violência,
enquanto autoridades parecem estar com os olhos vendados para uma realidade que
se tem traduzido em estatísticas alarmantes nas ocorrências policiais
delegacias das grandes e médias cidades. Por conta disso, a impressão que se
tem é que os responsáveis pela segurança da população insistem em tratar o
assunto como algo que se pode ir empurrando com a barriga, esquecendo-se de
que, a exemplo da saúde, da educação e da habitação, a segurança pública figura
como preceito estabelecido na Constituição Federal, no capítulo dos Direitos
Fundamentais.
Inadmissível, portanto, sob
vários aspectos, o pouco caso com que dirigentes públicos tratam a vida das
pessoas, que pagam seus polpudos salários, extraídos de impostos, taxas e
contribuições. Não basta apenas falar nas causas do aumento da criminalidade. É
preciso oferecer muito mais do que o discurso bravateiro, considerando as
eventuais peculiaridades regionais, pois é isso que a sociedade espera e cobra
daqueles a quem o povo confiou o direito de representá-lo.
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Não pergunteis quando deixarão as elites de atraiçoar a alma portuguesa: os avisos de Camões, Garrett e Vieira perderam-se no tempo e o mar ainda

CMPV estaria enfrentado uma crise de quê?
Tenho ouvido de alguns que a câmara municipal de Porto Velho estaria vivendo uma crise jamais vista em sua história. À primeira vista, julguei trata

O uso indevido de recursos públicos para a propaganda pessoal de governantes é um crime que precisa ser punido com rigor. Aqui e acolá pipocam denún

Diferença no trato ao cliente entre LIDL e ALDI em Portugal e na Alemanha Enquanto as grandes cadeias de supermercados europeias apostam na padroni
Terça-feira, 16 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)