Terça-feira, 19 de agosto de 2025 - 13h09

Começou a corrida pela vaga do governador de Rondônia, Cel. Marcos Rocha.
Todos se consideram preparados para a maratona, mas é certo que apenas um
competidor cruzará a faixa de chegada. Alguns
julgam cedo demais para tratar sobre a sucessão de Rocha, que ainda terá pela
frente treze meses de mandato. Isso, evidentemente, se não houver nenhum erro
de percurso. Outros, porém, acham o momento ideal. Fato é que a sucessão de
Rocha está presente nas conversas e, principalmente, nas cabeças de lideranças
políticas do Estado.
Se essa preocupação ajudará ou dificultará o encontro de solução para os
muitos e graves problemas contra os quais se defronta a população rondoniense,
principalmente nos campos da saúde, educação e segurança pública, é uma questão
em aberto. Recente pesquisa de intenção de voto para o governo de Rondônia
aponta, entre os preferidos, o senador Marcos Rogério, o deputado federal
Fernando Máximo, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, o ex-prefeito de Porto
Velho, Hildon Chaves, além dos ex-governadores Confúcio Moura e Ivo Cassol.
O que quer que se observe, no horizonte político rondoniense, hoje, não
pode obscurecer o fato de que a campanha para o governo de Rondônia iniciou no
momento em que começou o segundo mandato do governador Marcos Rocha. Ao eleitor
rondoniense cabe a importante tarefa de refletir antes de apertar as teclas da
urna eletrônica. Se, realmente, alimentamos a esperança de construir uma
Rondônia melhor para todos, mandam a razão e o sentimento que pensemos nesse
ideal com responsabilidade, pois somente com o voto seletivo e consciente é que
contribuiremos para tornar realidade nossos sonhos, ou, ao contrário,
ajudaremos a edificar barreiras que os impedirão de concretizarem-se.
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