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Intensifica a costura de acordos políticos para o governo de Rondônia


Valdemir Caldas - Gente de Opinião
Valdemir Caldas

Começam a esboçar as pré-candidaturas ao governo de Rondônia. Por enquanto, oito políticos aparecem como possíveis concorrentes ao comando do Palácio Rio Madeira.  O primeiro a sair na frente, como eu disse na coluna da semana passada, foi o senador Marcos Rogério. Logo, será a vez de o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, anunciar sua pré-candidatura, seguido de nomes já conhecidos da opinião pública, cujos partidos ainda estão na fase de negociações.  

Apesar de o quadro eleitoral ainda se apresentar bastante incipiente, sujeito, portanto, a mudanças em sua composição, com a possibilidade do surgimento de novos nomes no tabuleiro sucessório, e a desistência de quem já se considera credenciado para a disputa, não foram poucas as pessoas com as quais conversei recentemente que apontam o senador Marcos Rogério como favorito à sucessão governador Marcos Rocha. Repito que ainda é muito cedo para dizer que esse ou aquele político cruzará a linha de chegada, pois até a realização das convenções, muita água ainda vai correr debaixo da ponte, muita coisa poderá acontecer.

O eleitor terá de optar não apenas pensando em termos imediatos de uma melhoria geral da situação difícil pela qual atravessa o estado de Rondônia, também ele vitimado pela crise que assola o país, nos mais diversos setores da administração pública, com revelo para as áreas da saúde, educação e segurança pública.

Reveste-se, por isso mesmo, da maior importância, o fato de que essa escolha tem um sentido transcendental. Quer queiram, quer não queiram os derrotistas, os que fazem do pessimismo uma força para adaptar-se à inércia de quem deseja viver mergulhado na pocilga das falcatruas, Rondônia tem jeito, sim, desde que o eleitor vote em candidatos verdadeiramente preocupados com o bem-estar da população, e não negocie seu voto com políticos espertalhões, que se acostumaram a transformar o mandato popular em trampolim à satisfação de interesses pessoais ou de grupos,   enriquecendo-se à custa do sofrimento e da miséria da população.
É sobre esse prisma, entretanto, que os eleitores deverão marchar às urnas no próximo mês de outubro.

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