Quarta-feira, 10 de setembro de 2025 - 11h48

De
todas as tentativas feitas por este e outros governos locais para resolver o
grave problema de desassistência à saúde em Rondônia, os mutirões realizados em
parceria com a iniciava privada são os
que têm demonstrado maior eficácia.
Em
primeiro lugar, porque não gera choque de interesses com os profissionais da
saúde porque não interferem na manutenção de seus empregos. Inclusive houve uma
tentativa do governo estadual nesse sentido, que gerou uma reação de desagravo
da categoria.
Os
mutirões em parceria com a iniciativa privada, em direção oposta, somente
oferecem benefícios. Um deles é o custo mais baixo, isso porque os contratos
são assinados somente com quem oferece os menores preços. Outro, o principal, é
a qualidade serviços, que são prestados em hospitais selecionados entre os
melhores do estado, que contam com equipes especializadas qualificadas. E mais:
como o número desses profissionais é expressivo, e há mais leitos disponíveis,
mais pacientes são operados em menor tempo.
É
sabido que o fato tempo é absolutamente importante no que se refere à saúde.
Quanto mais cedo uma enfermidade é tratada, mais fácil torna-se curá-la. No
caso da ortopedia, por exemplo, quando
lesões, especialmente fraturas, não recebem tratamento oportuno — na
maioria das vezes, cirúrgico — no tempo certo, podem gerar muitas sequelas
incapacitantes; algumas, pelo resta da vida.
Corre
pelos corredores da Secretaria Estadual da Saúde a notícia de que, daqui a
poucos dias, será iniciado um grande mutirão cirúrgico que envolverá diversas
especialidades. Serão realizadas milhares de cirurgias. Isso traz esperança aos
tantos enfermos que estão há meses, talves até anos, na interminável fila de
espera do Sus.
Impõe-se,
mesmo, que o governo se apresse em iniciar esse necessário mutirão. E que,
desde agora, comece a planejar sua prorrogação. Porque a demanda é grande e não
para de crescer.
Governador
Marcos Rocha e secretário Jeferson Rocha, perseverem nesta linha: mutirões e
mais mutirões de saúde em parceria com a iniciativa privada, que não cobra mais caro
para resolver esse crônico e doloroso problema de nossa gente, e em menor tempo
possível.
Se
assim fizerem, poderão deixar essa marca positiva e histórica em vossa
administração, posto que depois de
tantas décadas, o grito do excluídos poderá até não calar totalmente, mais
certamente não será ouvido tão longe e por tanto tempo.
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